sexta-feira, 13 de outubro de 2017

DOUTOR RISADINHA DESTACA 10 BENEFÍCIOS INTERESSANTES SOBRE O RISO

Bom dia pessoas risonhas, aproveitaram o Feriado? Hoje para descontrair, compartilho com vocês 10 coisas interessantes que você não sabia sobre o riso, publicadas em 12 de outubro de 2017 no site “Fofoca ORG”. Nada que eu tenha deixado de destacar em minhas palestras, mas sempre é bom relembrar e reforçar:

Aqui estão dez curiosidades sobre o riso que vai fazer você… Bem, pelo menos, sorrir:


1. É uma medicina
Rir aumenta os níveis de cortisol em seu corpo. O cortisol é uma hormona que tem um papel ativo na luta contra os invasores, tais como vírus e bactérias, e estimula o sistema imunológico. Então, quando você ri, você literalmente torna se mais forte.

2. Ele combate o estresse
Isso dificilmente seria novidade para ninguém, mas tem sido cientificamente comprovado que rir alivia o stress.

3. É contagioso
É como bocejar. Estudos têm demonstrado que bocejar quando alguém boceja é como um sinal de empatia. Isto significa basicamente que é uma interação social. O mesmo vale para o riso.

4. É uma forma de exercício
Não, ele não vai ajudá-la a reduzir dois tamanhos em um mês, mas ele faz queimar calorias e aumenta o ritmo cardíaco, o que, se você está preso atrás de uma mesa na maioria do dia, é algo a se considerar, não é? Além disso, é divertido e melhor que suar em que bicicleta de academia.

5. É uma coisa de grupo, a maior parte do tempo
Estamos mais propensos a rir de um filme de comédia ou uma piada, se estamos com alguém, especialmente que conhecemos e gostamos, do que se nós estivermos só. Isso suporta a teoria de que o riso é uma coisa social. Mas quem se importa? Histórias da vida real mostram que às vezes rimos de nós mesmos. Não se preocupe com a sua sanidade mental, o riso é bom para você!

6. Ela estimula o sistema imunológico
Vamos referir-se a cientistas novamente. Estudos descobriram que o riso ativa as células guerreiras que lutam contra formações malignas. Em outras palavras, rir pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver câncer, entre muitas outras coisas, é claro!

7. É uma coisa de mulher
Sim. As mulheres riem mais do que os homens. Claro, isso pode ser (assim diz a pesquisa), porque as mulheres tendem a rir de piadas de seus homens apenas para mostrar seu amor, mas o fato permanece. E não, isso não significa que as mulheres não são tão engraçadas quanto os homens, e as comediantes estão aí para provar isso.

8. Não é sobre as piadas
Pense sobre a última vez que você riu tanto que realmente chorou. Estamos dispostos a apostar que não estava apenas assistindo o mais recente “Big Bang Theory” ou outra comédia. Ou talvez estivesse assistindo a um seriado, mas em companhia especial. A coisa é, piadas não são uma causa necessária do riso, às vezes apenas discutir o seu dia agitado com uma amiga próxima pode dar-lhe mais risos do que mesmo a melhor comédia.

9. Faz laços mais fortes
Isso é igualmente válido para os relacionamentos românticos e para o escritório. Basta pensar nisso – você não se sentiria mais feliz trabalhando ao lado de pessoas com quem você pode rir? Quanto ao aspecto romântico do riso, aqui está uma outra pergunta: você pode ser feliz com um homem que não ri? Claro que não, razão pela qual os casais que riem mais são mais propensos a ficar juntos. Isso é o que a ciência diz.

10. Isso faz você ainda mais bonita
Ok, você pode acreditar que fazer beicinho é atraente, mas isso só é verdadeiro por um tempo, e um tempo curto. E aqui está um grande bônus: o riso é literalmente livre de efeitos colaterais. É tudo de bom!

Então é isso aí pessoal! Aproveito para solicitar à todos que me ajudem na divulgação desta matéria, do blog Espaço do Riso e tornarem-se SEGUIDORES para acompanhar tudo o que rola sobre os benefícios que o Riso e Bom Humor proporcionam à nossa saúde e relacionamentos pessoais e profissionais.

Sempre que precisar realizar eventos motivacionais, lembre-se de Marcelo Pinto – www.palestrantedobomhumor.com.br ! Desenvolvemos palestras e treinamentos criativos e com uma das melhores relações custo x benefício existentes no mercado.

Abraços, SORRIA E TENHA UM BOM DIA ®


ATENÇÃO! O Espaço do Riso não têm como objetivo diagnosticar ou tratar qualquer tipo de doença ou problemas físicos. Os artigos do blog são extraídos da própria internet, jornais e revistas. "Eles não substituem o aconselhamento e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas"

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

DOUTOR RISADINHA apresenta PAUL PUGH e a PBA (incontinência emocional) conhecida popularmente como “RISADA PATOLÓGICA”

Bom dia Pessoal, tudo bem com vocês? Desejo que estejam aproveitando ao máximo este feriadão de 12 de outubro, lembrando que além de celebrarmos o nosso dia (Dia da Criança), também celebramos o dia de nossa Mãe Padroeira (Nossa Senhora). Celebração dupla, heim! Leegaaalll!

Hoje compartilho com vocês uma matéria muito interessante divulgada pelo BBC e publicada ontem na seção Bem Estar do Portal G1, com o título: 'Lesão cerebral provocada por espancamento brutal me deixou com risada patológica', contando o caso de Paul Pugh ficou em coma por mais de dois meses e, durante a recuperação, começou a ter ataques de riso sem sentido: ''achavam que eu queria chamar a atenção'. Confiram a matéria abaixo:



'A vida tem sido uma luta para mim', diz Pugh (Foto: Headway)

Era a reunião mais difícil de sua vida. Paul Pugh estava sendo informado sobre como seria seu futuro após uma lesão cerebral. E riu durante todo o encontro, apesar de ter a sensação de estar chorando. Esse riso, mais tarde, seria explicado: ele acabou diagnosticado com risada patológica.

Tudo começou em 2007, quando Pugh, hoje com 37 anos, aproveitava uma noitada com seus companheiros de time, Cwmaman Football Club, e foi vítima alvo de um ataque inesperado.
Ao sair de um pub em Carmarthenshire, sua cidade natal, no País de Gales, ele foi abordado por quatro homens desconhecidos, que começaram a espancá-lo e chutá-lo repetidas vezes.

Pugh sofreu traumatismo craniano e ficou em coma por mais de dois meses. Um coágulo de 10 cm x 4 cm se formou em seu cérebro, deixando algumas sequelas, como dificuldade de fala, fadiga crônica e dificuldade de mobilidade, que o levou à cadeira de rodas.

"Eu tive de aprender a caminhar e conversar novamente e aceitar o fato de que nunca me recuperarei completamente", diz. "A vida tem sido uma luta para mim e minha família, mas estamos batalhando", completa.

Pugh passou 13 meses no hospital -- por volta do quarto, teve seu primeiro ataque de riso.
"Era uma reunião séria com meu especialista, meu fisioterapeuta e minha família para discutir como seria minha vida e meu futuro", recorda. "Quando eles começaram a falar sobre mim, fiquei assustado e isso desencadeou algo no meu cérebro: eu ri durante toda a reunião."

"Na verdade, eu estava chorando copiosamente, mas externamente saiu como riso."
'A vida tem sido uma luta para mim', diz Pugh 

Ceticismo
A princípio, ninguém entendeu seu comportamento. Até a família achou que ele estivesse "fazendo cena em público, que queria chamar a atenção".

Passaram-se vários anos até que os ataques de riso de Pugh fossem diagnosticados como risada patológica, ou doença pseudobulbar (conhecida como PBA, na sigla em inglês, ou incontinência emocional).

A condição aparece quando há uma desconexão entre o lobo frontal do cérebro, que mantém as emoções sob controle, e o cerebelo e tronco cerebral, que regulam a expressão da emoção. Trata-se de uma verdadeira linha cruzada.

A PBA pode afetar pacientes com determinadas condições ou lesões neurológicas, como acidente vascular cerebral, esclerose múltipla ou Alzheimer. "O termo se refere à expressão descontrolada da emoção que é desproporcional ou inapropriada ao contexto social, e pode ser inconsistente com o que a pessoa realmente está sentindo", explica Andy Tyerman, neuropsicólogo clínico da Headway, instituição voltada para reabilitação após lesões cerebrais.
"A pessoa também pode parecer muito aflita em relação a algo que antes seria pouco perturbador", completa.

No caso de Pugh, ele riu quando pensou que estava chorando. "Eu sei quando estou rindo ou chorando, mas outras pessoas não", diz. "Alguns ficam aborrecidos e reagem sendo sarcásticos comigo, ou até mesmo com agressividade, e tentam ferir meus sentimentos porque acham que estou rindo deles", conta.

"É incrível o quão importante a risada é. Você nunca pensa nisso, mas ela tem um efeito muito poderoso, compartilhar uma piada com alguém é algo especial."

Cuidados
Pugh conta que sua família é muito compreensiva. Sua mãe virou sua cuidadora em tempo integral, auxiliando na questão da mobilidade. Seu pai, de 72 anos, ainda trabalha, e seus irmãos - Simon e Matthew - também o ajudaram na última década.

Ele diz que o diagnóstico o "atingiu em cheio" e que às vezes atrai atenção indesejada, mas que agora consegue sentir quando um episódio de riso patológico é iminente. "Eu sinto uma risada chegando alguns segundos antes - às vezes consigo controlar, mas tem vezes que o som sai. A risada não dura muito, um minuto no máximo, mas pode causar muitos problemas se as pessoas não entenderem."

Pugh desenvolveu seu próprio método para evitar uma crise - "pensando em algo ou alguém ruim, mas sem sentimento" - e estima conseguir controlar nove entre cada dez ataques de riso.

Os últimos dez anos têm sido "extremamente duros", conta. Ele teve de abrir mão do trabalho como eletricista e agora passa seu tempo em terapias ou visitas à instituição Headway, que lhe deu "uma perspectiva sobre como é estar com pessoas com lesões cerebrais" e mostrou que ele não estava sozinho. "Desde o incidente, encontramos as pessoas mais incríveis do mundo, todas querendo me ajudar", diz.

"Por outro lado, me sinto como se estivesse sob prisão domiciliar porque a lesão afetou minha mobilidade e equilíbrio, preciso de ajuda sempre que saio de casa", acrescenta.

Contra a violência
Em 2014, Pugh deu início à Paul's Pledge, uma campanha para educar as pessoas sobre a violência incitada pelo álcool, que também tem a participação da polícia local.
Pugh faz visitas a escolas, faculdades e clubes juvenis e, segundo ele, a resposta tem sido "absolutamente fantástica" -- "eles podem ver que é real, e não teatral".

"Esta é a minha vida agora - eu superei o que aconteceu", conta ele. "Há muitas coisas que eu não posso fazer - mas esta (campanha) eu posso. Eu acho que ela passa uma mensagem poderosa para o mundo. Eu não quero ver ninguém na situação em que eu e minha família ficamos."

Os quatro homens responsáveis ​​pelo ataque a Pugh foram condenados com penas de nove meses a quatro anos de prisão. "Aquele que me chutou com toda a força na cabeça, e quase me matou, foi solto. E quanto a mim? Dez anos depois, ainda estou cumprindo minha sentença", conclui.

Então é isso aí pessoal! Aproveito para solicitar à todos que me ajudem na divulgação desta matéria, do blog Espaço do Riso e tornarem-se SEGUIDORES para acompanhar tudo o que rola sobre os benefícios que o Riso e Bom Humor proporcionam à nossa saúde e relacionamentos pessoais e profissionais.

Sempre que precisar realizar eventos motivacionais, lembre-se de Marcelo Pinto – www.palestrantedobomhumor.com.br ! Desenvolvemos palestras e treinamentos criativos e com uma das melhores relações custo x benefício existentes no mercado.

Abraços, SORRIA E TENHA UM BOM DIA ®


ATENÇÃO! O Espaço do Riso não têm como objetivo diagnosticar ou tratar qualquer tipo de doença ou problemas físicos. Os artigos do blog são extraídos da própria internet, jornais e revistas. "Eles não substituem o aconselhamento e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas"

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

DOUTOR RISADINHA DECLARA: SEGUNDA - FEIRA É O DIA MAIS FELIZ! CONCORDA?


Boa tarde Turminha do Riso, tudo bem com vocês nesta véspera de Feriadão? Hoje compartilho uma pesquisa divulgada em 09 de outubro de 2017 no site da Revista Galileu, que comprova: “segundas-feiras são difíceis para (quase) todo mundo”.



Eu particularmente adoro a segunda-feira (dá para perceber na foto acima???), principalmente por ser dia de renovação e expectativa de novos negócios, pois ainda temos a semana inteira pela frente. Concordam? Se não, confiram a íntegra da pesquisa abaixo:

Você não está sozinho. O humor das pessoas melhora ao longo da semana, chegando ao ápice no sábado.

Não é só a opinião do Garfield: a segunda-feira é considerada o dia mais infeliz da semana por milhares de pessoas ao redor do mundo. Foi a conclusão a qual chegaram pesquisadores do Centro de Sistemas Complexos da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, em novo estudo.

Os cientistas criaram uma ferramenta virtual chamada Hedonometer, a partir da qual conseguem monitorar milhões de mensagens enviadas pelo Twitter desde 2008. Para a pesquisa, eles pegaram uma amostra de 50 milhões de tweets (10% dos publicados desde a criação do serviço) e os analisaram a "quantidade" de felicidade neles com base em palavras em inglês associadas com o sentimento.

Observou-se que segunda-feira é o dia mais triste para os usuários do Twitter. O humor vai melhorando ao longo da semana, atingindo seu ápice no sábado, antes de despencar novamente.

Os dados também oferecem alguns insights sobre como as pessoas reagiram a determinados eventos. Segundo a pesquisa, o dia seguinte ao ataque de Las Vegas, 2 de outubro deste ano, foi o mais triste da história da rede social, com o pico de tristeza associado a palavras como tiroteio, armas, vítimas e terrorismo.

Os pesquisadores também ressaltam o dia 2 de maio de 2011 como um ponto de negatividade no Twitter: a data marca a morte de Osama Bin Laden e, de acordo com o estudo, os resultados refletem o fim de "um personagem visto de forma negativa recebendo um fim negativo".

O Centro de Sistemas Complexos da Universidade de Vermont continua compilando dados relacionados a diferentes eventos. Eles já mapearam, por exemplo, a felicidade por estados americanos, e os tipos de livros que deixam as pessoas mais felizes. Confira as pesquisas e resultados (em inglês) no link: http://hedonometer.org/index.html

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

RECOMENDAÇÃO DE LEITURA DO DOUTOR RISADINHA PARA ESTE FINAL DE SEMANA: PORQUE RIR AINDA É O MELHOR NEGÓCIO!

Fala aí Pessoal, tudo beleza com vocês? Hoje compartilho uma matéria muito legal publicada em 31/07/2017 no site da Época Negócios Online com o título “Por que o bom humor é importante para os negócios”. 

Para quem tiver interesse em se aprofundar neste assunto, recomendo a leitura do meu livro “O Método S.M.I.L.E. para Gestão do Humor no Ambiente de Trabalho – Um Guia Prático para Humanização Corporativa” que abrange o conteúdo desta matéria, apresentado abaixo em sua íntegra.

Tenham todos uma boa leitura durante este excelente e divertido final de semana!


Você não é tão engraçado quanto deveria, e sua empresa é prejudicada por causa disso. 
O Humor é uma ferramenta efetiva de poder, mas pouco utilizada.

Pessoas que lidam com negócios não são divertidas. Estatisticamente, quem trabalha na área vai perdendo seu senso de humor com o tempo. E mesmo que ainda tenha, provavelmente não demonstra essa característica no ambiente de trabalho. Uma pesquisa recente realizada pela Gallup revelou que as pessoas riem significativamente menos nos dias de semana, comparado ao final de semana. Além disso, o levantamento sugeriu que, à medida em que as pessoas envelhecem, param de rir com mais frequência. Mas isso pode estar prejudicando seus negócios e sua empresa, defende Joel Stein, em artigo publicado no site da escola de negócios de Standford.

Outro estudo realizado pelas professoras Jennifer Aaker e Naomi Bagdonas sugerem que quando as pessoas entram no mercado de trabalho, a frequência com que riem e sua percepção sobre se são engraçadas caem consideravelmente.

Mas o humor é uma ferramenta efetiva e pouco utilizada de poder, que oferece uma vantagem competitiva contra os pares, aumenta a retenção de funcionários, proporciona soluções inovadoras e cria equipes mais resilientes ao estresse.

“Se você é uma pessoa que lida com negócios, provavelmente não tem muito tempo para ler porque precisa voltar ao trabalho, o que o leva a se perguntar: há alguma metáfora para que eu possa me lembrar depois de usar o humor no ambiente de trabalho?”, escreve Stein. A resposta é sim: pontes e escadas.

Pontes são estruturas construídas para criar ligações, aumentar confiança e fortalecer culturas. O humor é um ponto porque a risada estimula a produção de oxitocina, um hormônio que facilita a criação de laços sociais, aumenta a confiança e amplia o autoconhecimento. Tudo isso é importante no ambiente de trabalho – e outras formas de liberar oxitocina, como sexo e uso de drogas, costumam ser proibidas pelo departamento de recursos humanos.

Em um estudo de 2015, os psicólogos Alan Gray, Brian Parkinson e Robin Dunbar fizeram metade dos participantes assistirem a vídeos engraçados, enquanto os demais assistiram vídeos "neutros". Depois disso, as pessoas deveriam participar de exercícios de autoconhecimento com estranhos. Aqueles que haviam assistido a vídeos divertidos revelaram 305 mais informações sobre si mesmos do que os outros.

E quando se trata de pessoas conhecidas, compartilhar risadas e momentos divertidos facilita a aproximação. Em uma pesquisa de 2007, liderada pela psicóloga Doris Bazzini, mostrou que casais que se lembram de momentos quando riram juntos são mais satisfeitos em seu relacionamento do que aqueles que lembravam de memórias positivas, mas que não eram engraçadas.

Mas como usar o humor no ambiente de negócios? Primeiro, ria dos seus defeitos. Isso humaniza os líderes, cria conexões com os funcionários e faz você parecer mais poderoso do que é – afinal, se você pode brincar com suas falhas, deve ser muito confiante de suas habilidades. A prática também mostra aos funcionários que é permitido ser engraçado. Rir de si mesmo, porém, pode manchar sua credibilidade se você está em uma posição mais baixa na organização.

Se você está em uma posição gerencial ou acima ou ainda acabou de conhecer seu interlocutor, é melhor evitar piadas agressivas. Em vez disso, use o humor para destacar opiniões em comum ou concorrentes.

E nunca faça uma piada às custas de um funcionário – ria de você, não dos outros. É bom também tentar perceber se as suas piadas são mesmo engraçadas ou se as pessoas só estão rindo porque estão abaixo de você na hierarquia corporativa.

O humor tem também outra função – a de escada, para aumentar o seu status. Pesquisas conduzidas em 2016 por Brad Bitterly, Alison Wood Brooks e Maurice Schweitzer mostraram que quando alguém faz uma piada no ambiente profissional, tende a ser visto pelos colegas como mais competente.

Um dos ambientes mais efetivos para usar o humor no ambiente de trabalho é em uma mesa de negociação, onde as piadas podem servir como ferramenta de persuasão. Os pesquisadores Karen O’Quinn e Joel Aronoff estudaram um grupo de pessoas durante uma negociação de obras de arte. Quando os vendedores concluíam a oferta final com uma piada, os participantes pagavam 18% mais pelas obras.

O humor também pode facilitar a memorização. O investidor David Hornik afirma que reuniões de conselhos normalmente vão “de tediosas a tristes, então se alguém estiver disposto a correr o risco de fazer uma piada, o valor disso é incrível. As pessoas vão se lembrar”. O biólogo John Medina, autor do livro Brain Rules (As regras do Cérebro, em tradução livre), concorda. Ele afirma que “o cérebro não presta atenção a coisas chatas”. Além disso, a oxitocina, liberada com a risada, ajuda na memória e no processamento de informações.

Outro benefício: ser engraçado pode te ajudar a conseguir um emprego. Uma pesquisa realizada com mais de 700 CEOs mostrou que 985 dos executivos preferem candidatos que demonstram senso de humor e que 84% pensam que as pessoas assim trabalham melhor.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

DOUTOR RISADINHA REFORÇA: O RISO DEIXA O HOMEM MAIS ATRAENTE!

Booommm Diiiaaaa Pessoooaaallll , tuudoooo beeemmm! A dica que trago hoje vale um milhão!!!! De beijos e sorrisos... rs rs rs. E o que é melhor é que para quem já assistiu minha palestra “Riso de Mulher”, isso não é novidade: Um estudo canadense concluiu que homens engraçados são mais atraentes para as mulheres do que homens sérios.



Com o título “Esta simples dica deixa os homens mais atraentes”, o site Hype Science” publicou recentemente um estudo realizado pelo psicólogo canadense Daniel Doerksen, da Universidade de Simon Fraser e apresentado no início do mês de agosto de 2017 no encontro anual da Associação Americana de Psicologia. Confiram abaixo:

Um estudo canadense concluiu que homens engraçados são mais atraentes para as mulheres do que homens sérios. O experimento aconteceu em um evento para encontro-relâmpago, aquele em que os participantes têm poucos minutos para se apresentar para o parceiro em potencial.

“O humor tem o poder de influenciar”, diz o autor principal do trabalho, Daniel Doerksen, que completou a pesquisa durante a graduação em psicologia na Universidade de Simon Fraser (Canadá).

Estudos anteriores já haviam sugerido que quando uma pessoa é atraente, outros a veem como mais engraçada do que pessoas menos atraentes. Mas não há muitas pesquisas mostrando o contrário.

Para medir esse nível de atração e como ela é afetada pelo senso de humor da pessoa, os pesquisadores analisaram a interação entre 50 alunos universitários do sexo masculino com 50 alunas da mesma faixa etária. Essa interação aconteceu no mesmo molde dos encontros-relâmpagos, com apenas quatro minutos para que os casais conversassem.

Antes de conhecer pessoalmente os participantes, os pesquisadores usaram fotografias para classificá-los como mais ou menos atraentes. Então o encontro-relâmpago começou. Cada estudante participou de cinco a dez encontros com pessoas do sexo oposto. Depois de cada encontro, os alunos respondiam a uma série de questões sobre a interação, incluindo o quão atraente e engraçada era a outra pessoa, e se eles haviam ficado interessados em se envolver romanticamente com ela.

Quando as notas dadas pelos pesquisadores foram comparadas com a dos participantes, foi observado que as pessoas classificadas como mais engraçadas também eram consideradas mais atraentes quando comparadas com as notas-controle dos pesquisadores.

Esse efeito era ainda mais forte em homens. Outro resultado curioso é que aqueles que eram classificados como menos engraçados pelos estudantes também foram classificados como menos atraentes pelos pesquisadores a partir das fotografias.

O trabalho foi apresentado no início do mês de agosto de 2017 no encontro anual da Associação Americana de Psicologia, mas ainda não foi publicado em uma revista com revisão da comunidade científica. [Live Science]

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

DOUTOR RISADINHA APROVEITA O CLIMA QUENTE PARA ESPALHAR O BOM HUMOR

Bom dia Turminha do Riso, tudo certinho? O tempo está esquentando e este é mais um motivo para nos divertirmos, até porque tempo bom e ensolarado dá uma tremenda ajudinha na melhora do nosso humor.

Duvida? Então confira a matéria abaixo publicada em 29/09/17 no site da Revista Galileu com o título: “O clima realmente altera o humor das pessoas, mostra pesquisa”




Um estudo publicado no MIT Technology Review mostra que ficamos mais felizes quando a temperatura está mais ensolarado. A pesquisa foi feita com base em 3,5 bilhões de posts no Twitter e no Facebook publicados entre 2009 e 2016 que, de alguma forma, falavam de como a pessoa se sentia.

A equipe descobriu que há uma relação entre o humor e o tempo. "[Encontramos] evidências substanciais de que um clima menos ideal se relaciona com sentimentos piores", escreveu o time. Especificamente, eles notaram que temperaturas frias, temperaturas quentes, chuvas, faixas de temperatura diária mais estreitas, umidade e cobertura de nuvens, estavam todas associadas a expressões de sentimento mais agudas, mesmo se desconsiderassem as postagens relacionadas ao clima.

Também foi descoberto que quando está muito frio as expressões negativas das pessoas apareceram tanto quanto quando ocorrem terremotos e ataques terroristas. Na medida em que as expressões escritas representam as emoções, os especialistas acreditam que "há evidências de que o clima pode alterar funcionalmente os estados emocionais humanos ".

Já existiam suspeitas sobre a relação anteriormente, mas Patrick Baylis, da Universidade de Stanford, nos EUA, liderou a maior pesquisa sobre o assunto até hoje. Os cientistas não observaram apenas as publicações que falavam diretamente do assunto, mas também as que demonstravam diferentes sentimentos de acordo com o momento.

Os resultados foram analisados e classificados, sendo depois comparados com horários, lugares e climas específicos. Os dados meteorológicos incluíram temperatura máxima diária, temperatura, medidas de precipitação, cobertura de nuvens e estatísticas de umidade relativa, todas as que foram consideradas fundamentais para a relação entre clima e estados emocionais em estudos anteriores.

Frio extremo pode ser comparado com terremotos e até ataques terroristas, segundo dados recolhidos. (Com informações de Quartz.)

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

DOUTOR RISADINHA reforça o Poder Imunológico do Riso na melhora da eficácia da Vacina da Gripe

Olá Pessoal, tudo belezinha? Perceberam que agora voltei com força total. Vamos fazer o Espaço do Riso bombar. Recebi esta matéria, muito legal, que trata de um estudo da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, que comprova o poder imunológico do Riso, aliás, como sempre defendi em minhas palestras.

Está matéria foi publicada hoje (02/out/17) por Guilherme Eler no site Superinteressante com o título: “Estar de bom humor melhora a eficácia da vacina da gripe”. Confira abaixo na íntegra:



Em um estudo britânico, idosos que estavam de bem com a vida na época da imunização acumularam um número maior de anticorpos.

Não é muito comum manter um sorriso de orelha a orelha quando se está prestes a receber uma injeção – por menos que você se importe com a picada. Porém, para que a vacina seja o mais eficaz possível, seria ideal que você estivesse exatamente assim, no auge do seu bom humor.

Foi o que descobriu um estudo da Universidade de Nottingham, na Inglaterra. Em um experimento, os pesquisadores testaram a relação entre a vacinação e o humor de 138 adultos, com idade entre 65 e 85 anos. Todos eles tinham participado da campanha de vacinação 2013/2014 nos EUA, e também foram imunizados na edição 2014/2015.

Duas semanas antes da vacinação, os voluntários tiveram seu sangue analisado para verificar o nível de anticorpos. Aí partir daí, eles passaram a registrar diariamente seus hábitos, listando, por exemplo, o que comiam e bebiam, se faziam atividade física, se tinham bom sono e se haviam se estressado por algum motivo – e eles continuaram registrando tudo por 4 semanas depois da vacina.

Ainda antes da injeção, os pacientes também preencheram um questionário, em que avaliavam a si próprios, sempre em uma escala de 1 a 5. Na lista, havia questões como “Você está se sentindo bem disposto?” ou “O quão descontrolado você se sente?”.

Após aplicar as vacinas, os cientistas fizeram dois novos testes sanguíneos nos voluntários – em um intervalo de 4 e 16 semanas pós-imunização. Aqueles que disseram estar de bom humor no dia da vacinação apresentaram um nível de anticorpos entre 8 e 14% maior em comparação ao restante do grupo.

O “fator-sorriso” é mais um item a entrar para a lista de modificadores do sucesso das vacinas. Estudos anteriores mostraram que a imunização é mais eficaz quando a vacina é tomada de manhã e que funciona menos para quem é obeso. Para os mais velhos, a eficácia estimada fica entre 17 e 53%, baixa, se comparada à taxa de sucesso entre os mais jovens (entre 70 e 90%).


Doutor Risadinha divulga novo estudo: O Bom Humor é Contagiante!

Bom dia Pessoas Risonhas, tudo bem? Hoje trago para vocês um estudo bem legal, que mais uma vez vem confirmar o que defendo em minhas palestras: O Bom Humor é Contagiante!
Este estudo foi realizado por Robert Eyre envolvendo 2.194 estudantes e foi publicado na revista científica Royal Society Open Science. Confiram a íntegra da matéria divulgada em 02/out/17 no site da Época Negócios com o título:

“A felicidade pode ser contagiante, mostra estudo - Faça amizade com pessoas felizes”


Você provavelmente já sentiu que foi contagiado pelo bom (ou mau) humor de uma pessoa. E um estudo recente, publicado na revista científica Royal Society Open Science mostra que isso é possível. Mas não significa que você deva parar de encontrar amigos que estão passando por uma fase difícil. Os efeitos não são fortes o suficiente para deixar alguém deprimido.

O novo estudo, diz a revista Time, se soma a várias pesquisas que sugerem que a alegria e a tristeza – assim como fatores comportamentais, como fumar, beber, sobrepeso ou hábitos saudáveis – podem se espalhar por meio de relacionamentos tanto online quanto pessoalmente. Mas até agora, os estudos avaliavam as amizades em um ponto específico do tempo. Esta nova pesquisa, por outro lado, mediu as mudanças de humor ao longo de meses.

Esse método permitiu mostrar como amigos podem influenciar uns aos outros, e ajudou a descartar a possibilidade de que similaridades ocorrem simplesmente porque as pessoas tendem a se aproximar de pessoas que se parecem com elas. Essa pesquisa acompanhou estudantes que responderam a perguntas sobre seus melhores amigos, muitos dos quais também participaram do estudo. Ao todo, 2.194 estudantes foram incluídos na análise, que usou um modelo matemático para buscar conexões entre amigos.

No geral, os estudantes cujos amigos reportavam mau humor tinham mais chances de ter mau humor – e eram menos propensos a ter melhorado esse traço seis meses a um ano depois. Quando as pessoas tinham amigos felizes, por outro lado, seu humor melhorava com o tempo.

Alguns sintomas relacionados à depressão – como cansaço, perda de interesse e desesperança – também seguiram o mesmo padrão, que os cientistas chamaram de “contágio social”. Mas isso não é algo com que as pessoas devem se preocupar, alertou Robert Eyre, autor do estudo. Segundo ele, provavelmente isso é “uma resposta normal de empatia com que todos estamos acostumados, algo que reconhecemos no senso comum”.

Em outras palavras, quando um amigo está em uma fase ruim da vida, faz sentido que você sinta um pouco de sua dor, e não há motivos para se afastar. Mas o fato de esses sentimentos negativos se espalharem tem implicações importantes à saúde.

O estudo mostrou também que ter amigos clinicamente deprimidos não aumentava o risco de a pessoa desenvolver depressão. “Seus amigos não te colocam em risco de uma doença”, disse Eyre. “Então uma coisa boa a fazer seria simplesmente ajudar esse amigo”.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Doutor Risadinha representando o Brasil no 3º International Happiness Forum


 Bom dia Pessoal, tudo belezinha? É com grande alegria que anuncio minha participação com duas palestras  no 3o International Happiness Forum.

O Brasil foi escolhido para sediar a terceira edição do International Happiness Forum, marcado para acontecer em São Paulo, entre os dias 2 e 3 de setembro. Criado em Portugal por Eduarda Oliveira, a primeira edição do evento teve apoio de uma das instituições de ensino universitário mais antigas da Europa, a Universidade de Coimbra, e tem como missão promover felicidade e bem-estar por meio de palestras e workshops. No Brasil, o International Happiness Forum tem o apoio do Consulado Geral de Portugal em São Paulo.

Durante os dois dias do evento palestrantes do Brasil, Portugal, Irlanda, China, Canadá e Uruguai irão abordar temas que apontam perspectivas sobre a felicidade e o bem-estar a partir de diferentes áreas do saber como: psicologia, pedagogia, neurociências, mindfulness, medicina, economia colaborativa, turismo de desenvolvimento pessoal, empreendedorismo social, astrologia, ciências da educação, antropologia, numerologia, yoga do riso, danças circulares etc.

Baseado em um modelo de gestão colaborativa o 3o International Happiness Forum tem como objetivo abrir-se ao maior número de pessoas, proporcionando uma experiência inspiradora e transformadora, oferecendo a elas ferramentas e meios para alcançarem mais felicidade e bem-estar. Os participantes encontrarão Palestras e Mesas de Debate, Workshops Indoor e Outdoor, Expo-Felicidade, Livraria Temática e Alimentação Saudável.

Quatro temas orientadores irão nortear o evento: Eu comigo mesmo; Eu nas relações; Eu nas Organizações e Eu no meio ambiente.

Junto comigo, passarão por esta edição Judy McAllister, canadense que há 30 anos vive na Comunidade de  Findhorn, ecovila sustentável na Escócia, tendo sido a primeira mulher a ocupar o cargo de Coordenação Geral da Comunidade; Stephen Little, irlandês especialista em Atenção Plena (Mindfulness) e diretor no Brasil da The School of Life; Rosário Pinheiro, doutora em Ciências da Educação e professora auxiliar na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra; Maria Lucia Lee, formada em Física pela Unicamp há quase 40 anos dedica-se ao estudo e ensino da Medicina Tradicional Chinesa; Zaquie Meredith, pioneira no Brasil em Constelações Familiares;  Jamile Coelho, Educadora e criadora do Perfil Cognitivo, ferramenta que explora as diferentes inteligências e formas de aprendizado; No painel de jovens transformadores teremos Bruno Capão, que após passar pela Fundação Casa e trabalhar como coletor de lixo, formou-se na USP e criou a “Sustenta CaPão” que está mudando um dos bairros mais violentos da cidade. O Neurologista especialista em Medicina Antroposófica Ricardo Almeida Leme falando sobre a neuroquímica da felicidade; Patricia Gebrim, psicóloga autora de livros como “Palavra de criança” e “Gente que mora dentro da gente”; Plinio Cutait, Mestre de Reiki Coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio Libanês, entre outros nomes.

A cada edição o International Happiness Forum seleciona uma organização que promova felicidade e bem-estar, para onde destina parte do valor arrecadado com as inscrições. No Brasil foi escolhido o projeto Velho Amigo, coordenado por Regina Moraes, que tem como missão contribuir para a cultura de inclusão do idoso, assegurando seus direitos e valorizando sua participação na sociedade.

Espero por vocês lá! Até breve!

Abraços risonhos

SERVIÇO
3o International Happiness Forum
Data: 2 e 3 de setembro
Local: FMU Santo Amaro
Endereço:  Av. Santo Amaro, 1239 – Vila Conceição – São Paulo – SP
Horário: 09h00 às 17h30
Programação completa: www.ihappinessforum.com
Inscrições: R$ 285,00 (duzentos e oitenta cinco reais) até 31/07
                  R$ 385,00 (trezentos e oitenta cinco reais)


ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
Juliana Ferreira: 11 99427 5041 | julianaferreirabenatti@gmail.com

terça-feira, 30 de maio de 2017

Doutor Risadinha concorda que “As cócegas são o primeiro estímulo do riso”


Booomm Diiaaa pessoas risonhas, tudo certinho? Hoje compartilho com vocês um excelente artigo publicado ontem (29/05/17) pelo site português Visão Sapo com o título: “O que a ciência já sabe sobre as cócegas”, baseado no estudo de Robert Provine, um dos maiores gelotologistas do mundo. Confiram a íntegra abaixo:

Algumas pessoas oferecem mais resistência, outras sentem-nas à distância. A ciência analisou como as cócegas fazem parte do comportamento humano desde as primeiras interações. Afinal, que comportamento estranho é este?

As cócegas podem ser agradáveis ou dolorosas, eróticas ou usadas como forma de tortura. Todos as conhecemos, mas este comportamento pode ser mais complexo do que imaginamos. “As cócegas são dos assuntos mais amplos e profundos da ciência”, diz Robert Provine, neurocientista da Universidade de Maryland, em Baltimore (EUA), citado pela BBCC num extenso artigo sobre o tema.

Provine dedicou parte da sua carreira a investigar vários comportamentos curiosos do ser humano, nomeadamente soluços, bocejos, libertação de gases e cócegas. O neurocientista afirma que as cócegas despertam diversos estímulos no corpo “desde a defesa do corpo e do sistema neurológico até aos sentidos do ‘eu’ e dos outros”.

Existem dois tipos de cócegas. O primeiro, denominado knismesis, é uma resposta primitiva associada à necessidade dos animais defenderem o seu corpo. É uma sensação ligeiramente irritante, diz Provine, provocada por um movimento suave na pele: “Penso que os lagartos, insetos e praticamente todos os seres têm algum tipo de comportamento associados à defesa da superfície do corpo.”

Por outro lado, gargalesis é um fenómeno particular dos mamíferos: são cócegas que resultam em riso e estão associada a brincadeira.

Numa abordagem básica, as cócegas consistem numa sensação que envolve fibras nervosas associadas ao toque e à dor. Mas alguns olhares da ciência encontraram algumas semelhanças em espécies animais.

Cerca de 10 a 16 milhões de anos separam os humanos dos macacos e, embora não existam grandes estudos sobre o tema, alguns estudos revelam este comportamento acompanhou a evolução da espécie.

Uma revisão de 2004 sobre cócegas revela que este comportamento tão comum pode ter uma complexidade subjacente. “As cócegas associadas ao riso podem ser mais consideradas um comportamento social do que um reflexo”, diz Samuel Selden, dermatologista e autor do estudo.

“As cócegas são o primeiro estímulo do riso”, afirma Provine. Esta ligação entre o riso dos macacos e dos seres humanos foi algo que Marina Davila- Ross, da Universidade Portsmouth (Reino Unido), encontrou ao analisar chimpanzés.

“Usámos dados acústicos [do riso] da mesma forma como um geneticista usa dados genéticos para reconstruir as relações evolutivas”, revela. Através da construção de uma árvore genealógica destes sons produzidos por gorilas e macacos, a pesquisa, publicada em 2009, revelou que a evolução de grunhidos animais deu origem às gargalhadas dos seres humanos.

A pesquisa traça a história não só do riso, mas também de cócegas. Esta brincadeira, muitas vezes, tira-nos o fôlego e essa falta de ar resultou no riso como o conhecemos hoje.

Em 2010, após ter identificado ruídos animais que se assemelhavam a sons humanos de risos, o psicólogo Jaak Panksepp em colaboração com o seu aluno Jeffrey Burgdorf, realizaram uma investigação para observar a reação de mamíferos a cócegas.

Apesar da resistência que a ciência demonstrou na altura, desde então começaram a surgir diversos estudos onde foram utilizadas cócegas para estudar emoções positivas em ratos.

Luca Melotti, da Universidade de Berna, na Suíça, tem realizado algumas pesquisas sobre as expressões faciais provocadas pelas cócegas em ratos e revelou que as cócegas ativam as mesmas áreas cerebrais e sistemas neuronais associados a experiências de afeto positivo em seres humanos.

“Se os mamíferos mais primitivos também demonstraram tais respostas emocionais, isso sugere que o afeto alegre surgiu muito mais cedo do que acreditamos”, afirmam Panksepp e Burgdorf.

sábado, 20 de maio de 2017

VOCÊ ACHA MESMO QUE O SORRISO ENVELHECE ?

Faça o teste você mesmo: Em qual das imagens a estudante parece mais jovem? 
[Imagem: University of Western Ontario]













Boommm Diiiaaaaa Pessoas Risonhas, tudo belezinha? Hoje vou fazer uma coisa diferente!

Para não falarem que só puxo a sardinha para um lado, colocarei em votação o seguinte: 

Você concorda com o resultado do estudo abaixo, publicado em 19/05/2017 pela redação do site Diário da Saúde com o título:

Sorria e o mundo achará que você é mais velho?

Confira a íntegra da matéria:

Expressão facial e idade

Você fica tentando livrar-se da cara amarrada, seja para parecer mais agradável ou para evitar as rugas?

Pois não deveria, ao menos se você tem também uma preocupação em parecer mais jovem.

Uma série de experimentos com voluntários mostrou que sorrir pode fazer você parecer ser dois anos mais velho do que se você usar um rosto impassível, parecido com um jogador de pôquer. E se você reagiu a esse resultado com um olhar de surpresa - bem, essa simples expressão que você acaba de fazer é capaz de tirar vários anos de sua idade aparente.

"Nós associamos o sorrir com valores positivos e jovens. Pense em todas as empresas de cuidados com a pele e dentífricos que vendem a mesma ideia todos os dias," disse Melvyn Goodale, coautor do estudo, realizado no Instituto Mente e Cérebro, da Universidade Oeste de Ontário (EUA).

Sorriso e idade aparente

Comerciais à parte, os experimentos, nos quais os pesquisadores apresentavam imagens de pessoas com expressões sorridentes, neutras e surpresas, revelaram o oposto: os participantes tinham a percepção de que os rostos surpresos pareciam mais jovens, e que os rostos sorridentes eram os mais velhos.

"O mais impressionante foi que, quando perguntamos aos participantes sobre suas percepções, eles erroneamente 'lembraram' como se tivessem identificado os rostos sorridentes como os mais jovens," contou Goodale.

"Eles estavam completamente cegos para o fato de terem 'envelhecido' os rostos felizes. Suas percepções e suas crenças eram opostos polares," completou.

Sorriso e rugas

O pesquisador afirma que o efeito de envelhecimento no sorriso provém da incapacidade das pessoas para ignorar as rugas que se formam ao redor dos olhos durante o sorriso. Um olhar de surpresa, por outro lado, suaviza as rugas.

"Pode parecer contra-intuitivo, mas o estudo mostra que as pessoas podem sinceramente acreditar em uma coisa e depois se comportar de uma maneira completamente diferente," concluiu Goodale.


quinta-feira, 9 de março de 2017

Doutor Risadinha recomenda não perder o Emprego por conta da Piada!


Olá Pessoas Risonhas, tudo bem? Depois de um longo tempo me dedicando aos estudos do Riso, retorno hoje, para compartilhar com vocês um interessante artigo publicado em 08 de março de 2017 no site Yahoo Notícias, sobre a importância da Gestão do Humor no Trabalho, tema este que venho desenvolvendo há mais de cinco anos e disseminando em minhas palestras por todo este País.

Neste artigo o foco é na importância da Piada, sempre procurando aplica-la no contexto corporativo e usando o bom senso de humor. O título do artigo é “Perdendo o emprego e a piada”. Gostei! Curtam e compartilhem:

Quem não conhece o ditado “Perco o amigo, mas não perco a piada”? Volta e meia essa expressão aparece para justificar uma oportunidade não desperdiçada de ser espirituoso, em que se pese o alvo do gracejo. No ambiente de trabalho, porém, uma piada — sobretudo aquelas sem-graça — pode-lhe custar não só um amigo, mas também o emprego. Embora seja preciso encarar as dificuldades com bom-humor nesses tempos de crise, vale a pena pensar duas vezes antes de querer ser engraçado diante dos colegas de escritório.
Uma série de oito experimentos realizada por psicólogos demonstrou como o humor pode influenciar seriamente o status de uma empresa e de seus funcionários. O resultado do estudo, divulgado pelo Journal of Personality and Social Psychology, mostra o quanto a relação entre o humor (quando bem-sucedido em divertir as pessoas) e o status profissional é mediada pela sensação de competência e confiança. Piadas engraçadas, segundo os pesquisadores, aumentariam a percepção positiva do contador pelas pessoas ao redor, ao passo que anedotas inapropriadas diminuiriam o “conceito” que se faz de quem as conta.
Reunindo 457 voluntários, uma empresa de fachada foi criada exclusivamente para o experimento com o intuito de colocar à prova o status do profissional diante do impacto de suas piadas. Os voluntários tiveram de avaliar nove piadas diferentes, classificando-as como engraçadas ou não, além de opinar se elas seriam adequadas para o ambiente em que estavam. Em seguida, as mesmas anedotas avaliadas anteriormente foram encenadas na empresa fictícia, de modo que os voluntários a avaliassem dentro de um contexto mais corporativo. Num primeiro momento, ouviam uma conversa comum entre funcionários — sem as piadas — e num segundo momento ouviam a mesma conversa, porém com uma anedota inserida “no roteiro”. A ideia era que os voluntários julgassem a personalidade desses funcionários nas duas situações, levando em conta critérios como a competência e a confiança inspiradas por eles.
O resultado dos experimentos apontou que piadas inadequadas podem ser um grande problema para a imagem profissional de uma pessoa. De maneira geral, os funcionários que contaram piadas inapropriadas, de acordo com a visão dos voluntários, foram avaliados negativamente, apresentando baixos índices de credibilidade, competência e confiança. Em contrapartida, as piadas consideradas engraçadas e que não destoaram do ambiente profissional acabaram ajudando na avaliação positiva dos funcionários.
Não é segredo que um pouco de humor nas empresas, onde o clima pode ser bem sisudo e pouco propenso à descontração, pode ajudar na produtividade, desarmando as pessoas e arrefecendo as hierarquias. Brincadeiras, longe de serem um fator de distração, desempenham um fator decisivo no relacionamento interpessoal. Um estudo sobre o papel do humor no trabalho, divulgado pela publicação britânica Leadership & Organization Development, mostra inclusive que o uso de humor autodepreciativo no trabalho por um líder pode ajudá-lo a passar uma imagem mais acessível a seus subordinados. Mas como tudo tem limite, vale dosar o bom-humor, sob o risco de prejudicar sua carreira ao passar uma impressão que não inspire confiança. Evitar piadas sexistas e preconceituosas em geral é o básico. Lembre-se: ria com as pessoas, e não delas.