quinta-feira, 12 de outubro de 2017

DOUTOR RISADINHA apresenta PAUL PUGH e a PBA (incontinência emocional) conhecida popularmente como “RISADA PATOLÓGICA”

Bom dia Pessoal, tudo bem com vocês? Desejo que estejam aproveitando ao máximo este feriadão de 12 de outubro, lembrando que além de celebrarmos o nosso dia (Dia da Criança), também celebramos o dia de nossa Mãe Padroeira (Nossa Senhora). Celebração dupla, heim! Leegaaalll!

Hoje compartilho com vocês uma matéria muito interessante divulgada pelo BBC e publicada ontem na seção Bem Estar do Portal G1, com o título: 'Lesão cerebral provocada por espancamento brutal me deixou com risada patológica', contando o caso de Paul Pugh ficou em coma por mais de dois meses e, durante a recuperação, começou a ter ataques de riso sem sentido: ''achavam que eu queria chamar a atenção'. Confiram a matéria abaixo:



'A vida tem sido uma luta para mim', diz Pugh (Foto: Headway)

Era a reunião mais difícil de sua vida. Paul Pugh estava sendo informado sobre como seria seu futuro após uma lesão cerebral. E riu durante todo o encontro, apesar de ter a sensação de estar chorando. Esse riso, mais tarde, seria explicado: ele acabou diagnosticado com risada patológica.

Tudo começou em 2007, quando Pugh, hoje com 37 anos, aproveitava uma noitada com seus companheiros de time, Cwmaman Football Club, e foi vítima alvo de um ataque inesperado.
Ao sair de um pub em Carmarthenshire, sua cidade natal, no País de Gales, ele foi abordado por quatro homens desconhecidos, que começaram a espancá-lo e chutá-lo repetidas vezes.

Pugh sofreu traumatismo craniano e ficou em coma por mais de dois meses. Um coágulo de 10 cm x 4 cm se formou em seu cérebro, deixando algumas sequelas, como dificuldade de fala, fadiga crônica e dificuldade de mobilidade, que o levou à cadeira de rodas.

"Eu tive de aprender a caminhar e conversar novamente e aceitar o fato de que nunca me recuperarei completamente", diz. "A vida tem sido uma luta para mim e minha família, mas estamos batalhando", completa.

Pugh passou 13 meses no hospital -- por volta do quarto, teve seu primeiro ataque de riso.
"Era uma reunião séria com meu especialista, meu fisioterapeuta e minha família para discutir como seria minha vida e meu futuro", recorda. "Quando eles começaram a falar sobre mim, fiquei assustado e isso desencadeou algo no meu cérebro: eu ri durante toda a reunião."

"Na verdade, eu estava chorando copiosamente, mas externamente saiu como riso."
'A vida tem sido uma luta para mim', diz Pugh 

Ceticismo
A princípio, ninguém entendeu seu comportamento. Até a família achou que ele estivesse "fazendo cena em público, que queria chamar a atenção".

Passaram-se vários anos até que os ataques de riso de Pugh fossem diagnosticados como risada patológica, ou doença pseudobulbar (conhecida como PBA, na sigla em inglês, ou incontinência emocional).

A condição aparece quando há uma desconexão entre o lobo frontal do cérebro, que mantém as emoções sob controle, e o cerebelo e tronco cerebral, que regulam a expressão da emoção. Trata-se de uma verdadeira linha cruzada.

A PBA pode afetar pacientes com determinadas condições ou lesões neurológicas, como acidente vascular cerebral, esclerose múltipla ou Alzheimer. "O termo se refere à expressão descontrolada da emoção que é desproporcional ou inapropriada ao contexto social, e pode ser inconsistente com o que a pessoa realmente está sentindo", explica Andy Tyerman, neuropsicólogo clínico da Headway, instituição voltada para reabilitação após lesões cerebrais.
"A pessoa também pode parecer muito aflita em relação a algo que antes seria pouco perturbador", completa.

No caso de Pugh, ele riu quando pensou que estava chorando. "Eu sei quando estou rindo ou chorando, mas outras pessoas não", diz. "Alguns ficam aborrecidos e reagem sendo sarcásticos comigo, ou até mesmo com agressividade, e tentam ferir meus sentimentos porque acham que estou rindo deles", conta.

"É incrível o quão importante a risada é. Você nunca pensa nisso, mas ela tem um efeito muito poderoso, compartilhar uma piada com alguém é algo especial."

Cuidados
Pugh conta que sua família é muito compreensiva. Sua mãe virou sua cuidadora em tempo integral, auxiliando na questão da mobilidade. Seu pai, de 72 anos, ainda trabalha, e seus irmãos - Simon e Matthew - também o ajudaram na última década.

Ele diz que o diagnóstico o "atingiu em cheio" e que às vezes atrai atenção indesejada, mas que agora consegue sentir quando um episódio de riso patológico é iminente. "Eu sinto uma risada chegando alguns segundos antes - às vezes consigo controlar, mas tem vezes que o som sai. A risada não dura muito, um minuto no máximo, mas pode causar muitos problemas se as pessoas não entenderem."

Pugh desenvolveu seu próprio método para evitar uma crise - "pensando em algo ou alguém ruim, mas sem sentimento" - e estima conseguir controlar nove entre cada dez ataques de riso.

Os últimos dez anos têm sido "extremamente duros", conta. Ele teve de abrir mão do trabalho como eletricista e agora passa seu tempo em terapias ou visitas à instituição Headway, que lhe deu "uma perspectiva sobre como é estar com pessoas com lesões cerebrais" e mostrou que ele não estava sozinho. "Desde o incidente, encontramos as pessoas mais incríveis do mundo, todas querendo me ajudar", diz.

"Por outro lado, me sinto como se estivesse sob prisão domiciliar porque a lesão afetou minha mobilidade e equilíbrio, preciso de ajuda sempre que saio de casa", acrescenta.

Contra a violência
Em 2014, Pugh deu início à Paul's Pledge, uma campanha para educar as pessoas sobre a violência incitada pelo álcool, que também tem a participação da polícia local.
Pugh faz visitas a escolas, faculdades e clubes juvenis e, segundo ele, a resposta tem sido "absolutamente fantástica" -- "eles podem ver que é real, e não teatral".

"Esta é a minha vida agora - eu superei o que aconteceu", conta ele. "Há muitas coisas que eu não posso fazer - mas esta (campanha) eu posso. Eu acho que ela passa uma mensagem poderosa para o mundo. Eu não quero ver ninguém na situação em que eu e minha família ficamos."

Os quatro homens responsáveis ​​pelo ataque a Pugh foram condenados com penas de nove meses a quatro anos de prisão. "Aquele que me chutou com toda a força na cabeça, e quase me matou, foi solto. E quanto a mim? Dez anos depois, ainda estou cumprindo minha sentença", conclui.

Então é isso aí pessoal! Aproveito para solicitar à todos que me ajudem na divulgação desta matéria, do blog Espaço do Riso e tornarem-se SEGUIDORES para acompanhar tudo o que rola sobre os benefícios que o Riso e Bom Humor proporcionam à nossa saúde e relacionamentos pessoais e profissionais.

Sempre que precisar realizar eventos motivacionais, lembre-se de Marcelo Pinto – www.palestrantedobomhumor.com.br ! Desenvolvemos palestras e treinamentos criativos e com uma das melhores relações custo x benefício existentes no mercado.

Abraços, SORRIA E TENHA UM BOM DIA ®


ATENÇÃO! O Espaço do Riso não têm como objetivo diagnosticar ou tratar qualquer tipo de doença ou problemas físicos. Os artigos do blog são extraídos da própria internet, jornais e revistas. "Eles não substituem o aconselhamento e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas"

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

DOUTOR RISADINHA DECLARA: SEGUNDA - FEIRA É O DIA MAIS FELIZ! CONCORDA?


Boa tarde Turminha do Riso, tudo bem com vocês nesta véspera de Feriadão? Hoje compartilho uma pesquisa divulgada em 09 de outubro de 2017 no site da Revista Galileu, que comprova: “segundas-feiras são difíceis para (quase) todo mundo”.



Eu particularmente adoro a segunda-feira (dá para perceber na foto acima???), principalmente por ser dia de renovação e expectativa de novos negócios, pois ainda temos a semana inteira pela frente. Concordam? Se não, confiram a íntegra da pesquisa abaixo:

Você não está sozinho. O humor das pessoas melhora ao longo da semana, chegando ao ápice no sábado.

Não é só a opinião do Garfield: a segunda-feira é considerada o dia mais infeliz da semana por milhares de pessoas ao redor do mundo. Foi a conclusão a qual chegaram pesquisadores do Centro de Sistemas Complexos da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, em novo estudo.

Os cientistas criaram uma ferramenta virtual chamada Hedonometer, a partir da qual conseguem monitorar milhões de mensagens enviadas pelo Twitter desde 2008. Para a pesquisa, eles pegaram uma amostra de 50 milhões de tweets (10% dos publicados desde a criação do serviço) e os analisaram a "quantidade" de felicidade neles com base em palavras em inglês associadas com o sentimento.

Observou-se que segunda-feira é o dia mais triste para os usuários do Twitter. O humor vai melhorando ao longo da semana, atingindo seu ápice no sábado, antes de despencar novamente.

Os dados também oferecem alguns insights sobre como as pessoas reagiram a determinados eventos. Segundo a pesquisa, o dia seguinte ao ataque de Las Vegas, 2 de outubro deste ano, foi o mais triste da história da rede social, com o pico de tristeza associado a palavras como tiroteio, armas, vítimas e terrorismo.

Os pesquisadores também ressaltam o dia 2 de maio de 2011 como um ponto de negatividade no Twitter: a data marca a morte de Osama Bin Laden e, de acordo com o estudo, os resultados refletem o fim de "um personagem visto de forma negativa recebendo um fim negativo".

O Centro de Sistemas Complexos da Universidade de Vermont continua compilando dados relacionados a diferentes eventos. Eles já mapearam, por exemplo, a felicidade por estados americanos, e os tipos de livros que deixam as pessoas mais felizes. Confira as pesquisas e resultados (em inglês) no link: http://hedonometer.org/index.html

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

RECOMENDAÇÃO DE LEITURA DO DOUTOR RISADINHA PARA ESTE FINAL DE SEMANA: PORQUE RIR AINDA É O MELHOR NEGÓCIO!

Fala aí Pessoal, tudo beleza com vocês? Hoje compartilho uma matéria muito legal publicada em 31/07/2017 no site da Época Negócios Online com o título “Por que o bom humor é importante para os negócios”. 

Para quem tiver interesse em se aprofundar neste assunto, recomendo a leitura do meu livro “O Método S.M.I.L.E. para Gestão do Humor no Ambiente de Trabalho – Um Guia Prático para Humanização Corporativa” que abrange o conteúdo desta matéria, apresentado abaixo em sua íntegra.

Tenham todos uma boa leitura durante este excelente e divertido final de semana!


Você não é tão engraçado quanto deveria, e sua empresa é prejudicada por causa disso. 
O Humor é uma ferramenta efetiva de poder, mas pouco utilizada.

Pessoas que lidam com negócios não são divertidas. Estatisticamente, quem trabalha na área vai perdendo seu senso de humor com o tempo. E mesmo que ainda tenha, provavelmente não demonstra essa característica no ambiente de trabalho. Uma pesquisa recente realizada pela Gallup revelou que as pessoas riem significativamente menos nos dias de semana, comparado ao final de semana. Além disso, o levantamento sugeriu que, à medida em que as pessoas envelhecem, param de rir com mais frequência. Mas isso pode estar prejudicando seus negócios e sua empresa, defende Joel Stein, em artigo publicado no site da escola de negócios de Standford.

Outro estudo realizado pelas professoras Jennifer Aaker e Naomi Bagdonas sugerem que quando as pessoas entram no mercado de trabalho, a frequência com que riem e sua percepção sobre se são engraçadas caem consideravelmente.

Mas o humor é uma ferramenta efetiva e pouco utilizada de poder, que oferece uma vantagem competitiva contra os pares, aumenta a retenção de funcionários, proporciona soluções inovadoras e cria equipes mais resilientes ao estresse.

“Se você é uma pessoa que lida com negócios, provavelmente não tem muito tempo para ler porque precisa voltar ao trabalho, o que o leva a se perguntar: há alguma metáfora para que eu possa me lembrar depois de usar o humor no ambiente de trabalho?”, escreve Stein. A resposta é sim: pontes e escadas.

Pontes são estruturas construídas para criar ligações, aumentar confiança e fortalecer culturas. O humor é um ponto porque a risada estimula a produção de oxitocina, um hormônio que facilita a criação de laços sociais, aumenta a confiança e amplia o autoconhecimento. Tudo isso é importante no ambiente de trabalho – e outras formas de liberar oxitocina, como sexo e uso de drogas, costumam ser proibidas pelo departamento de recursos humanos.

Em um estudo de 2015, os psicólogos Alan Gray, Brian Parkinson e Robin Dunbar fizeram metade dos participantes assistirem a vídeos engraçados, enquanto os demais assistiram vídeos "neutros". Depois disso, as pessoas deveriam participar de exercícios de autoconhecimento com estranhos. Aqueles que haviam assistido a vídeos divertidos revelaram 305 mais informações sobre si mesmos do que os outros.

E quando se trata de pessoas conhecidas, compartilhar risadas e momentos divertidos facilita a aproximação. Em uma pesquisa de 2007, liderada pela psicóloga Doris Bazzini, mostrou que casais que se lembram de momentos quando riram juntos são mais satisfeitos em seu relacionamento do que aqueles que lembravam de memórias positivas, mas que não eram engraçadas.

Mas como usar o humor no ambiente de negócios? Primeiro, ria dos seus defeitos. Isso humaniza os líderes, cria conexões com os funcionários e faz você parecer mais poderoso do que é – afinal, se você pode brincar com suas falhas, deve ser muito confiante de suas habilidades. A prática também mostra aos funcionários que é permitido ser engraçado. Rir de si mesmo, porém, pode manchar sua credibilidade se você está em uma posição mais baixa na organização.

Se você está em uma posição gerencial ou acima ou ainda acabou de conhecer seu interlocutor, é melhor evitar piadas agressivas. Em vez disso, use o humor para destacar opiniões em comum ou concorrentes.

E nunca faça uma piada às custas de um funcionário – ria de você, não dos outros. É bom também tentar perceber se as suas piadas são mesmo engraçadas ou se as pessoas só estão rindo porque estão abaixo de você na hierarquia corporativa.

O humor tem também outra função – a de escada, para aumentar o seu status. Pesquisas conduzidas em 2016 por Brad Bitterly, Alison Wood Brooks e Maurice Schweitzer mostraram que quando alguém faz uma piada no ambiente profissional, tende a ser visto pelos colegas como mais competente.

Um dos ambientes mais efetivos para usar o humor no ambiente de trabalho é em uma mesa de negociação, onde as piadas podem servir como ferramenta de persuasão. Os pesquisadores Karen O’Quinn e Joel Aronoff estudaram um grupo de pessoas durante uma negociação de obras de arte. Quando os vendedores concluíam a oferta final com uma piada, os participantes pagavam 18% mais pelas obras.

O humor também pode facilitar a memorização. O investidor David Hornik afirma que reuniões de conselhos normalmente vão “de tediosas a tristes, então se alguém estiver disposto a correr o risco de fazer uma piada, o valor disso é incrível. As pessoas vão se lembrar”. O biólogo John Medina, autor do livro Brain Rules (As regras do Cérebro, em tradução livre), concorda. Ele afirma que “o cérebro não presta atenção a coisas chatas”. Além disso, a oxitocina, liberada com a risada, ajuda na memória e no processamento de informações.

Outro benefício: ser engraçado pode te ajudar a conseguir um emprego. Uma pesquisa realizada com mais de 700 CEOs mostrou que 985 dos executivos preferem candidatos que demonstram senso de humor e que 84% pensam que as pessoas assim trabalham melhor.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

DOUTOR RISADINHA REFORÇA: O RISO DEIXA O HOMEM MAIS ATRAENTE!

Booommm Diiiaaaa Pessoooaaallll , tuudoooo beeemmm! A dica que trago hoje vale um milhão!!!! De beijos e sorrisos... rs rs rs. E o que é melhor é que para quem já assistiu minha palestra “Riso de Mulher”, isso não é novidade: Um estudo canadense concluiu que homens engraçados são mais atraentes para as mulheres do que homens sérios.



Com o título “Esta simples dica deixa os homens mais atraentes”, o site Hype Science” publicou recentemente um estudo realizado pelo psicólogo canadense Daniel Doerksen, da Universidade de Simon Fraser e apresentado no início do mês de agosto de 2017 no encontro anual da Associação Americana de Psicologia. Confiram abaixo:

Um estudo canadense concluiu que homens engraçados são mais atraentes para as mulheres do que homens sérios. O experimento aconteceu em um evento para encontro-relâmpago, aquele em que os participantes têm poucos minutos para se apresentar para o parceiro em potencial.

“O humor tem o poder de influenciar”, diz o autor principal do trabalho, Daniel Doerksen, que completou a pesquisa durante a graduação em psicologia na Universidade de Simon Fraser (Canadá).

Estudos anteriores já haviam sugerido que quando uma pessoa é atraente, outros a veem como mais engraçada do que pessoas menos atraentes. Mas não há muitas pesquisas mostrando o contrário.

Para medir esse nível de atração e como ela é afetada pelo senso de humor da pessoa, os pesquisadores analisaram a interação entre 50 alunos universitários do sexo masculino com 50 alunas da mesma faixa etária. Essa interação aconteceu no mesmo molde dos encontros-relâmpagos, com apenas quatro minutos para que os casais conversassem.

Antes de conhecer pessoalmente os participantes, os pesquisadores usaram fotografias para classificá-los como mais ou menos atraentes. Então o encontro-relâmpago começou. Cada estudante participou de cinco a dez encontros com pessoas do sexo oposto. Depois de cada encontro, os alunos respondiam a uma série de questões sobre a interação, incluindo o quão atraente e engraçada era a outra pessoa, e se eles haviam ficado interessados em se envolver romanticamente com ela.

Quando as notas dadas pelos pesquisadores foram comparadas com a dos participantes, foi observado que as pessoas classificadas como mais engraçadas também eram consideradas mais atraentes quando comparadas com as notas-controle dos pesquisadores.

Esse efeito era ainda mais forte em homens. Outro resultado curioso é que aqueles que eram classificados como menos engraçados pelos estudantes também foram classificados como menos atraentes pelos pesquisadores a partir das fotografias.

O trabalho foi apresentado no início do mês de agosto de 2017 no encontro anual da Associação Americana de Psicologia, mas ainda não foi publicado em uma revista com revisão da comunidade científica. [Live Science]

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

DOUTOR RISADINHA APROVEITA O CLIMA QUENTE PARA ESPALHAR O BOM HUMOR

Bom dia Turminha do Riso, tudo certinho? O tempo está esquentando e este é mais um motivo para nos divertirmos, até porque tempo bom e ensolarado dá uma tremenda ajudinha na melhora do nosso humor.

Duvida? Então confira a matéria abaixo publicada em 29/09/17 no site da Revista Galileu com o título: “O clima realmente altera o humor das pessoas, mostra pesquisa”




Um estudo publicado no MIT Technology Review mostra que ficamos mais felizes quando a temperatura está mais ensolarado. A pesquisa foi feita com base em 3,5 bilhões de posts no Twitter e no Facebook publicados entre 2009 e 2016 que, de alguma forma, falavam de como a pessoa se sentia.

A equipe descobriu que há uma relação entre o humor e o tempo. "[Encontramos] evidências substanciais de que um clima menos ideal se relaciona com sentimentos piores", escreveu o time. Especificamente, eles notaram que temperaturas frias, temperaturas quentes, chuvas, faixas de temperatura diária mais estreitas, umidade e cobertura de nuvens, estavam todas associadas a expressões de sentimento mais agudas, mesmo se desconsiderassem as postagens relacionadas ao clima.

Também foi descoberto que quando está muito frio as expressões negativas das pessoas apareceram tanto quanto quando ocorrem terremotos e ataques terroristas. Na medida em que as expressões escritas representam as emoções, os especialistas acreditam que "há evidências de que o clima pode alterar funcionalmente os estados emocionais humanos ".

Já existiam suspeitas sobre a relação anteriormente, mas Patrick Baylis, da Universidade de Stanford, nos EUA, liderou a maior pesquisa sobre o assunto até hoje. Os cientistas não observaram apenas as publicações que falavam diretamente do assunto, mas também as que demonstravam diferentes sentimentos de acordo com o momento.

Os resultados foram analisados e classificados, sendo depois comparados com horários, lugares e climas específicos. Os dados meteorológicos incluíram temperatura máxima diária, temperatura, medidas de precipitação, cobertura de nuvens e estatísticas de umidade relativa, todas as que foram consideradas fundamentais para a relação entre clima e estados emocionais em estudos anteriores.

Frio extremo pode ser comparado com terremotos e até ataques terroristas, segundo dados recolhidos. (Com informações de Quartz.)

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

DOUTOR RISADINHA reforça o Poder Imunológico do Riso na melhora da eficácia da Vacina da Gripe

Olá Pessoal, tudo belezinha? Perceberam que agora voltei com força total. Vamos fazer o Espaço do Riso bombar. Recebi esta matéria, muito legal, que trata de um estudo da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, que comprova o poder imunológico do Riso, aliás, como sempre defendi em minhas palestras.

Está matéria foi publicada hoje (02/out/17) por Guilherme Eler no site Superinteressante com o título: “Estar de bom humor melhora a eficácia da vacina da gripe”. Confira abaixo na íntegra:



Em um estudo britânico, idosos que estavam de bem com a vida na época da imunização acumularam um número maior de anticorpos.

Não é muito comum manter um sorriso de orelha a orelha quando se está prestes a receber uma injeção – por menos que você se importe com a picada. Porém, para que a vacina seja o mais eficaz possível, seria ideal que você estivesse exatamente assim, no auge do seu bom humor.

Foi o que descobriu um estudo da Universidade de Nottingham, na Inglaterra. Em um experimento, os pesquisadores testaram a relação entre a vacinação e o humor de 138 adultos, com idade entre 65 e 85 anos. Todos eles tinham participado da campanha de vacinação 2013/2014 nos EUA, e também foram imunizados na edição 2014/2015.

Duas semanas antes da vacinação, os voluntários tiveram seu sangue analisado para verificar o nível de anticorpos. Aí partir daí, eles passaram a registrar diariamente seus hábitos, listando, por exemplo, o que comiam e bebiam, se faziam atividade física, se tinham bom sono e se haviam se estressado por algum motivo – e eles continuaram registrando tudo por 4 semanas depois da vacina.

Ainda antes da injeção, os pacientes também preencheram um questionário, em que avaliavam a si próprios, sempre em uma escala de 1 a 5. Na lista, havia questões como “Você está se sentindo bem disposto?” ou “O quão descontrolado você se sente?”.

Após aplicar as vacinas, os cientistas fizeram dois novos testes sanguíneos nos voluntários – em um intervalo de 4 e 16 semanas pós-imunização. Aqueles que disseram estar de bom humor no dia da vacinação apresentaram um nível de anticorpos entre 8 e 14% maior em comparação ao restante do grupo.

O “fator-sorriso” é mais um item a entrar para a lista de modificadores do sucesso das vacinas. Estudos anteriores mostraram que a imunização é mais eficaz quando a vacina é tomada de manhã e que funciona menos para quem é obeso. Para os mais velhos, a eficácia estimada fica entre 17 e 53%, baixa, se comparada à taxa de sucesso entre os mais jovens (entre 70 e 90%).


Doutor Risadinha divulga novo estudo: O Bom Humor é Contagiante!

Bom dia Pessoas Risonhas, tudo bem? Hoje trago para vocês um estudo bem legal, que mais uma vez vem confirmar o que defendo em minhas palestras: O Bom Humor é Contagiante!
Este estudo foi realizado por Robert Eyre envolvendo 2.194 estudantes e foi publicado na revista científica Royal Society Open Science. Confiram a íntegra da matéria divulgada em 02/out/17 no site da Época Negócios com o título:

“A felicidade pode ser contagiante, mostra estudo - Faça amizade com pessoas felizes”


Você provavelmente já sentiu que foi contagiado pelo bom (ou mau) humor de uma pessoa. E um estudo recente, publicado na revista científica Royal Society Open Science mostra que isso é possível. Mas não significa que você deva parar de encontrar amigos que estão passando por uma fase difícil. Os efeitos não são fortes o suficiente para deixar alguém deprimido.

O novo estudo, diz a revista Time, se soma a várias pesquisas que sugerem que a alegria e a tristeza – assim como fatores comportamentais, como fumar, beber, sobrepeso ou hábitos saudáveis – podem se espalhar por meio de relacionamentos tanto online quanto pessoalmente. Mas até agora, os estudos avaliavam as amizades em um ponto específico do tempo. Esta nova pesquisa, por outro lado, mediu as mudanças de humor ao longo de meses.

Esse método permitiu mostrar como amigos podem influenciar uns aos outros, e ajudou a descartar a possibilidade de que similaridades ocorrem simplesmente porque as pessoas tendem a se aproximar de pessoas que se parecem com elas. Essa pesquisa acompanhou estudantes que responderam a perguntas sobre seus melhores amigos, muitos dos quais também participaram do estudo. Ao todo, 2.194 estudantes foram incluídos na análise, que usou um modelo matemático para buscar conexões entre amigos.

No geral, os estudantes cujos amigos reportavam mau humor tinham mais chances de ter mau humor – e eram menos propensos a ter melhorado esse traço seis meses a um ano depois. Quando as pessoas tinham amigos felizes, por outro lado, seu humor melhorava com o tempo.

Alguns sintomas relacionados à depressão – como cansaço, perda de interesse e desesperança – também seguiram o mesmo padrão, que os cientistas chamaram de “contágio social”. Mas isso não é algo com que as pessoas devem se preocupar, alertou Robert Eyre, autor do estudo. Segundo ele, provavelmente isso é “uma resposta normal de empatia com que todos estamos acostumados, algo que reconhecemos no senso comum”.

Em outras palavras, quando um amigo está em uma fase ruim da vida, faz sentido que você sinta um pouco de sua dor, e não há motivos para se afastar. Mas o fato de esses sentimentos negativos se espalharem tem implicações importantes à saúde.

O estudo mostrou também que ter amigos clinicamente deprimidos não aumentava o risco de a pessoa desenvolver depressão. “Seus amigos não te colocam em risco de uma doença”, disse Eyre. “Então uma coisa boa a fazer seria simplesmente ajudar esse amigo”.