sábado, 30 de maio de 2015

Marcelo Pinto, O Doutor Risadinha, recomenda: Sorrir ainda é o melhor Negócio!

Booommm Diiaaaa Pessoal ! Dando continuidade à série de artigos sobre A Gestão do Humor no Ambiente de Trabalho, iniciada em 1º de Abril, como parte da celebração do Dia Internacional da Diversão no Trabalho, presenteio todos vocês, em primeira mão, com o 2º artigo que destaca a importância do Sorriso no Trabalho. Acompanhem!


O Método S.M.I.L.E. para Gestão do Humor no Ambiente de Trabalho – Sorrir ainda é o melhor Negócio

Enfim, para que possamos usufruir de todos os benefícios proporcionados pelo Sorriso no ambiente de trabalho é que criei o Método S.M.I.L.E. para Gestão do Humor, de forma a termos um procedimento objetivo e claro para inserirmos o lazer e a descontração no trabalho de maneira responsável, visando minimizar e até mesmo reduzir os problemas de assédio moral, por conta das brincadeiras de mau gosto.

Antes porém, é importante que tenhamos sempre em mente o equilíbrio e o bom senso nestas ações, não devendo a empresa procurar por implantar 100% de descontração, mas também não deixar que prevaleça o mau humor em seu ambiente corporativo.

Nesta fase do método conheceremos o primeiro estágio (S = Sorria) que trata da importância e os objetivos do Riso para nossa saúde e relacionamentos pessoais e profissionais.

As pessoas estão rindo cada vez menos. O mau humor continua imperando no ambiente de trabalho. Mas felizmente, tenho visto nesta minha caminhada em centenas de palestras, que as empresas começam a ver o bom humor como uma competência altamente valorizada, incentivando-a entre seus Colaboradores, como uma forma positiva de agregar o grupo, obtendo dele melhores resultados, tanto no nível pessoal, como profissional.

Mas com frequência as pessoas me perguntam: “Ok, Marcelo, então como eu faço para rir se não tenho motivos?”. Eu respondo: Não se preocupe muito com isso não, pois tenho uma boa, ou melhor, uma excelente notícia para você, que se identifica com as razões acima: Não precisamos de motivos para rir! Como o riso é uma atividade física aeróbica intensa, basta termos a vontade ou necessidade de rir, que podemos fazê-lo, apenas forçando uma risada. Isso mesmo! Podemos forçar a risada, assim como forçamos a atividade física aeróbica, mesmo quando estamos com aquela preguiça de nos exercitarmos. Basta soltar um: ah ah ah, eh eh eh, ou qualquer outra vogal com a qual se identifique para gargalhar.

Tanto que o cientista e professor norte americano Robert Provine, nos apresenta uma comparação, apenas para percebermos o poder aeróbico da risada:
•          Cinco minutos de boas gargalhadas equivalem à quarenta e cinco minutos de exercícios físicos aeróbicos;
•          Rir cem vezes ao dia equivale a remarmos por dez minutos;
•          Rir por seis horas é o mesmo que nadarmos quatrocentos metros ou corrermos por vinte minutos.

É claro que se rirmos por seis horas sem parar, cairemos duros no chão, pois a atividade é intensa, mas este comparativo nos mostra o quão poderosa é a atividade física aeróbica quando damos boas gargalhadas.

Uma outra questão que torna esta nova opção de exercício aeróbico muito importante, é que o nosso cérebro não diferencia o riso imotivado do riso natural. Para ele é tudo risada. Sendo que os benefícios físicos obtidos com o riso e ainda mais com a gargalhada, mesmo que imotivadas, são os mesmos, fisiologicamente falando, pois psicologicamente, sabemos que o riso imotivado pode desencadear alguns problemas psicológicos indesejados.

Então, sorria e ria com mais frequência e usufrua dos inúmeros benefícios que esta atividade proporciona para nossa saúde, tais como:
•          o Cérebro produz Endorfinas, que têm um poder analgésico e anestésico muito superior que a própria morfina;
•          o Pulmão inspira e expele o ar em grande velocidade, ajudando a oxigenar o nosso corpo por inteiro, nos proporcionando pensar com maior clareza e criatividade;
•          o Coração bombeia o sangue com muito mais vigor, fortalecendo as artérias e músculos cardíacos;
•          nosso Sistema Imunológico se fortalece com o aumento na produção de Imunoglobulinas do tipo A, que é a nossa primeira linha de defesa contra diversas doenças virais e bacterianas; dentre inúmeros outros benefícios.

E tudo isso conseguimos mesmo forçando a risada, de início, sendo ao final contagiados por conta dos neurônios espelho, passando a usufruir de um riso verdadeiro, que o nosso cérebro assim o entende.

E com base nessa premissa, numa praça em Mumbaí, na Índia, em março de 1995, o médico indiano Dr. Madam Kataria, criou o movimento mundial dos Clubes do Riso, no qual as pessoas se reúnem apenas para rir, sem qualquer motivo. Tanto que o lema deste movimento é “Finja, Finja, até que Atinja”, ou seja, finja que você está rindo que ao final você estará rindo com vontade.

Hoje temos mais de oito mil Clubes do Riso, espalhados por mais de 70 países, estando presente no Brasil desde 2007 em Belo Horizonte e desde 2009 em São Paulo, quando fundei o Clube da Gargalhada de São Paulo.

Mas devemos reconhecer que não se vive só de risadas e que apenas o Sorriso por si só não resolve. É bem verdade que excesso de amabilidades, alegria e diversão sem objetividade, causa irritação. Temos de ser competentes no que fazemos. Vale dizer que não será só pelas saudáveis e respeitosas risadas que conseguiremos tornar nossas empresas mais bem humoradas.

Sabemos que toda e qualquer mudança deve começar primeiro em nós mesmos. Então se queremos trabalhar numa empresa bem humorada, devemos nos tornar, primeiro, pessoas bem humoradas, sendo o sorriso um dos seus mais importantes gatilhos. Mas para isso é necessário que haja uma mudança interna de Atitude e assim fica a deixa para o meu próximo artigo, quando trataremos da segunda fase do Método S.M.I.L.E.


sexta-feira, 29 de maio de 2015

Doutor Risadinha apresenta O Santo da Alegria: São Filipe Néri

Tudo bem Pessoal! Também foi publicado hoje, 29/maio/2015 no site do Jornal Correio da Manhã, matéria do Padre Fernando Calado Rodrigues, com o título: “O Santo da Alegria S. Filipe Néri gostava de introduzir nos seus sermões apontamentos bem-humorados”. Acompanhem o artigo na íntegra:

São Filipe Néri nasceu em Florença, Itália, a 21 de julho de 1515. As comemorações dos quinhentos anos do seu nascimento iniciaram-se na passada terça-feira – o dia em que a Igreja celebra a sua memória – e encerram-se no próximo ano no mesmo dia 26 de maio.

Viveu em Florença até aos 18 anos e fez os seus estudos no Convento de S. Marcos. Então, foi enviado pelo pai para junto de um tio, para aprender o ofício de comerciante. Depressa descobre que essa não é a sua vocação.

Vai para Roma, onde começa por ser percetor dos filhos de um nobre, mas, por opção, acaba a viver no meio de jovens a que hoje chamaríamos sem-abrigo. Era alvo da sua chacota, mas tudo ultrapassava com bom humor para ganhar a sua confiança e motivá-los a uma mudança de vida e à prática religiosa.

É ordenado sacerdote e dedica-se a guiar espiritualmente pobres e ricos, príncipes e plebeus. Criou os "Oratórios", comunidades de padres que vivem num ambiente de alegria e simplicidade, dedicados aos mais necessitados e em que se prefere a mortificação espiritual à corporal, sobretudo da vaidade.
S. Filipe Néri ficou conhecido como o ‘Apóstolo de Roma’ e o ‘Santo da Alegria’. Homem culto e criativo, gostava de introduzir nos seus sermões apontamentos bem-humorados. Algo que não é muito habitual em ambientes católicos.



Um bom sermão é, ainda, o que comove os ouvintes e não o que os faz rir. Embora não faltem exemplos de quem se aventure por outros caminhos.

"Diz-se que o sentido do humor – depois do breve pontificado de João Paulo I – ainda não regressou ao Vaticano. Não faltam sinais dessa demora. A alegria do Papa Luciani era subversiva. Ao gostar de anedotas, de perder tempo com crianças, de gracejar em dialeto com a sua gente, destoava naquele cenário de sagradas solenidades", escrevia frei Bento Domingues, em 1998, numa crônica que pode agora ser lida no livro ‘O bom humor de Deus’, hoje apresentado em Lisboa.


"A descontração teológica com que falava irritava os guardiões da ortodoxia. A recusa dos símbolos do poder e das suas pompas era inquietante. Acabou por semear o pânico, quando mostrou que iria mexer nos métodos da Cúria romana". Dizia, então, frei Bento, algo que se aplica hoje ao atual Papa: uma nova lufada de bom humor no seio da Igreja Católica.

Doutor Risadinha já comprou o seu Tênis do Humor!

Olá Pessoas risonhas, tudo bem? Notícia fresquinha: Foi publicado no site Move Notícias de hoje (29/05/2015), artigo com o título: “Os tênis inteligentes que identificam o humor do utilizador”

A empresa chinesa de tecnologia Lenovo apresentou, durante o Tech World, realizado em Berlim, neste mês de maio (2015) um tênis inteligente capaz de medir o humor do utilizador.

A medição será feita em parte por scanners capazes de identificar no odor do suor do utilizador, substâncias que só são libertadas na corrente sanguínea em determinados momentos de stress ou agitação.


Os tênis foram exibidos nos pés do próprio CEO da companhia chinesa, Yang Yuanqinq, e apesar das cores extravagantes, no geral, o modelo é muito semelhante a uns tênis desportivos comuns.


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Doutor Risadinha informa: Uma startup pretende utilizar pulsos elétricos para melhorar o seu humor! Eu prefiro a RISADA!

Olá Pessoal, tudo bem? Hoje compartilho com vocês uma notícia da Carla Matsu, que foi veículada ontem (14/abr) no site IDGNOW do Portal Terra com o título: "Uma startup pretende utilizar pulsos elétricos para melhorar o seu humor". Apesar de eu particularmente preferir a Risada do que o choque, não poderia deixar de compartilhar a íntegra da matéria:

Dispositivo da Thync utiliza eletrodos externos e um app para smartphone. Produto deve ser comercializado ainda este ano

Para os cientistas e engenheiros da startup americana  Thync em breve o seu humor poderá ser "controlado" por leves choques elétricos e tudo isso poderá ser feito na comodidade de sua casa.

Formada por especialistas em neurobiologia, neurociência e eletrônica de instituições como o MIT, Harvard e Stanford, a Thync tem desenvolvido um dispositivo que, uma vez ligado a eletrodos posicionados sobre sua cabeça, pode enviar e receber sinais a partir de um aplicativo para smartphone, da mesma forma controlar a frequência e intensidade dos pulsos.

Para uma reportagem ao MIT Technology Review, o repórter Kevin Bullis testou a nova tecnologia e garantiu que se sentiu mais calmo, assim como alguns colegas de trabalho. Já outros relataram não ter sentido nenhuma diferença.

A Thync garante utilizar correntes elétricas muito baixas e seguras. Uma combinação que permite que pessoas não treinadas possam utilizar o dispositivo.

A nova ferramenta se baseia em uma versão melhorada da técnica ETCC ou estimulação transcraniana por corrente contínua. No caso da tecnologia da Thync, cientistas utilizam pulsos de eletricidade ao invés de corrente constante. Da mesma forma, opera em frequências que não estimulam os receptores de dor. Segundo Bullis, ele não sentiu os pulsos do dispositivo da Thync, tampouco qualquer incômodo ou mesmo dor.

Para comprovar o efeito calmante de seu método, a companhia fundada em 2011 publicou um estudo na revista on-line BioRxiv.

No estudo, a empresa relata que 77 de 82 indivíduos relataram que o dispositivo os deixou mais calmos em comparação a outro método, no caso um placebo. Em outra experiência, a startup descobriu que sua técnica reduziu o estresse em 50 por cento em um grupo de 20 voluntários.

Vale ressaltar que o estudo foi conduzido pela própria Thync e que outros pesquisadores de outras instituições ainda não aplicaram testes para avaliar sua eficácia.

Espera-se que uma vez disponibilizado ao mercado, outros cientistas poderão testar o produto.


Segundo a empresa, o dispositivo será vendido ainda este ano e a expectativa é que ele possa ainda ser usado para fins médicos, como transtornos de ansiedade e outras condições. Além do efeito relaxante, o Thync ainda permitirá um efeito oposto, no caso, estimulante.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

DOUTOR RISADINHA CELEBRA: HOJE (1º DE ABRIL) É O DIA INTERNACIONAL DA DIVERSÃO NO TRABALHO. Pode parecer mentira, mas não é!

Booommm Diiaaaa Pessoal ! Celebramos hoje, 1º de Abril, mais um Dia Internacional da Diversão no Trabalho. E para marcar esta data, dou início à publicação de uma série de artigos sobre A Gestão do Humor no Ambiente de Trabalho. Viva Viva!



Introdução ao Método S.M.I.L.E. para Gestão do Humor no Ambiente de Trabalho - Como Turbinar seus Resultados

Muitas pessoas e organizações no mundo todo já têm experimentado a incrível força da Risoterapia e Dinâmicas do Riso nos negócios, baseadas no movimento Mundial dos Clubes do Riso, considerando o Bom Humor como um diferencial competitivo, não só pessoal, como também profissional, para os Colaboradores e Empresas.

Mas, sabemos que desde a Idade Média o riso no trabalho é condenado, tanto que uma das regras de São Columbano determina que “aquele que rir, sob a capa, na assembleia, isto é, no ofício, deverá ser castigado com seis golpes... A Regula monachorum, de São Frutuoso, proíbe contar histórias engraçadas no decorrer do trabalho; e a de São Donato pede que não se provoque o riso durante o ofício divino.” Se rir às gargalhadas fará jejum, a menos que tenha rido de forma perdoável”.

Infelizmente até hoje o riso e a diversão no trabalho ainda são vistos de forma preconceituosa como sinônimos de irresponsabilidade, falta de ética e de comprometimento, como se os sisudos fossem pessoas muito responsáveis, éticas e comprometidas (!!!).

E para piorar, quanto maior a empresa, mais impessoal e menos humana ela se torna, e por esse motivo o líder deve ver na Gestão do Humor uma grande oportunidade, pois sua vantagem competitiva pode estar na formação de equipes alegres, satisfeitas e descontraídas e no incentivo ao lazer comedido e responsável no ambiente corporativo.

Aliás, o Direito ao Lazer está consagrado na Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada em 10 de dezembro de 1948, assim redigido no seu artigo 24: “Toda pessoa tem direito a repouso e lazer, inclusive a limitação razoável das horas de trabalho e férias periódicas remuneradas.

E a nossa Constituição Federal Brasileira de 1988, mantem-se em linha com a Declaração ao enumerar o Direito ao Lazer, ao lado do Direito ao Trabalho, dentre os direitos sociais, no artigo 6º e no artigo 7º, inciso IV, onde estão destacadas as necessidades vitais básicas do trabalhador.

Isso posto, não há como negarmos que o direito ao lazer é essencial à vida de qualquer um de nós, que a todo momento buscamos condições para conquistar a Felicidade, alcançando uma passagem digna por esta vida, que não se resume apenas ao trabalho, mas também à vida em sociedade e ao lazer, seja só ou acompanhado.

Aliás, a busca da Felicidade, está presente em vários documentos oficiais, inclusive em diversas Constituições Federais, havendo uma proposta para incluí-los na Constituição Federal do Brasil.

Foram apresentadas as Propostas de Emenda Constitucional – PECs em 07/07/2010 no Senado a de nº 19/10 e em 04/08/2010 na Câmara dos Deputados a de nº 513/10, ambas conhecidas como a “PEC da Felicidade”, e estão aguardando todas as aprovações para se tornarem lei, o que espero que não demore muito mais.

Elas classificam os direitos sociais do cidadão brasileiro como essenciais à busca da felicidade, alterando o artigo 6º da CF/88 para estabelecer que a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, e a assistência aos desamparados passem a ser direitos fundamentais para que os cidadãos possam buscar a felicidade.

A busca da Felicidade está elevada ao grau constitucional, também, em diversos ordenamentos jurídicos, tais como, na Declaração de Direitos da Virgínia (EUA, 1776); na Declaração Francesa dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789); no artigo 9º da Constituição do Butão, que estabelece, desde 1972, como indicador social, o índice de Felicidade Interna Bruta – FIB; no artigo 13 da Constituição do Japão; e no artigo 10 da Carta da Coréia do Sul.

E para que possamos usufruir de todos estes benefícios e inserir o conceito de Felicidade nas empresas é que criei o Método S.M.I.L.E. para Gestão do Humor, de forma a termos um procedimento objetivo e claro para inserirmos o lazer e a descontração no trabalho de maneira responsável, visando minimizar, inclusive, os problemas de assédio moral, por conta das brincadeiras de mau gosto.

É importante destacar que o Método S.M.I.L.E. se apresenta na forma do acróstico, abaixo:

S = Sorria
M = Mude de Atitude
I = Identifique Oportunidades
L = Lidere Positivamente
E = Envolva e Execute

Antes porém, devemos ter sempre em mente o equilíbrio e o bom senso nestas ações, não devendo a empresa permitir cem por cento de descontração, mas também não deixar que prevaleça o mau humor em seu ambiente corporativo.


Marcelo Pinto, o Palestrante do Bom Humor e filantropicamente conhecido como Doutor Risadinha, é Advogado Trabalhista e Gestor de RH, estando à frente da MP Assessoria Empresarial. Gelotólogo e Autor dos livros “Sorria, você está sendo curado” (Ed. Gente) e “O Método S.M.I.L.E. para Gestão do Humor no Ambiente de Trabalho” (Ed. Ser Mais). Mantenedor do site www.palestrantedobomhumor.com.br e do blog Espaço do Riso http://doutorrisadinha.blogspot.com.

quarta-feira, 25 de março de 2015

DOUTOR RISADINHA: AS RISADAS NOS FAZ COMPARTILHAR SEGREDOS !!!

Fala aí Pessoal Risonho! Tudo bem com todos vocês? Hoje compartilho um estudo sensacional que foi divulgado em 23/março no site da Revista Galileu, pela Luciana Galastri, baseada nas informações do site Science of Us, com o seguinte título: “Risadas fazem pessoas compartilharem mais segredos”.  Acompanhem abaixo na íntegra:

De acordo com este estudo publicado no periódico Human Nature, as risadas podem fazer as pessoas se abrirem mais - ou seja, compartilhar histórias íntimas e segredos.

Para chegar a essas conclusões, pesquisadores da University College London recrutaram 122 voluntários e os dividiram em grupos de quatro pessoas. Todos assistiram um dos três vídeos: um stand up de um comendiante, um documentário sobre a natureza ou um vídeo sobre golfe. Os clipes deveriam, respectivamente, causar risadas, um humor agradável ou nada em particular.

Depois de ver os vídeos, os voluntários precisaram escrever um pouco sobre si mesmos. A ideia era que esse resumo seria usado para os apresentar a outros membros do grupo. Quem havia assistido o show de stand up compartilhou mais segredos, como 'em janeiro me machuquei praticando pole dance', 'vivo com ratos' e coisas assim.


Após analisar os resultados os pesquisadores passaram a encarar os risos como um 'lubrificante social'. A risada ativa endorfinas e essa produção é conectada com a nossa habilidade de formar laços e fazer amigos. E, ao mesmo tempo, compartilhar segredos e se mostrar vulnerável, é uma forma de fazer novos amigos. Ou seja, risos e segredos são atalhos para a amizade.