domingo, 8 de julho de 2012

Doutor Risadinha apresenta o Voluntariado do Riso em comemoração ao Dia do Hospital comemorado em 02 de julho.


Olá Turminha do Riso, tudo legal? Êita feriadão bão, né? Para que vocês possam aproveitá-lo ainda mais, vou presenteá-lo com um excelente artigo publicado em 03 de julho no Ponto da Unidade de Riso Intensivo, escrito por Felipe Del do Centro de Formação das Artes do Palco da SP Escola do Circo

Antes de conferirem abaixo este maravilhoso texto, convido-os a assistirem à matéria que apresentei no programa SORRIA E TENHA UM BOM DIA, sobre o Voluntariado do Risohttp://www.youtube.com/watch?v=JKeLmh1EALw


Confiram agora a íntegra do texto:

No combate contra doenças, uma arma é tão importante quanto remédios e tratamento médico. Seu nome é sorriso, e o gosto de vê-lo em rostos de crianças internadas é o que motiva ONGs e grupos de teatro a desenvolver trabalhos especiais para este público. Como 2 de julho foi o Dia do Hospital, o Ponto de hoje reúne alguns dos profissionais que levam humor a esse ambiente.

Uma das mais conhecidas entidades que trabalham nessa área é a ONG Doutores da Alegria. Fundada em 1991, foi a primeira organização de cunho social do País a levar a palhaçada a crianças hospitalizadas, seus pais e profissionais de saúde, por meio da arte do palhaço, em caráter profissional e contínuo. Hoje, se apresentam gratuitamente em 14 hospitais públicos, concentrados em São Paulo, Recife e Belo Horizonte, além de manterem, desde 2003, sua própria Escola de Palhaço.

“Palhaço é quem mais percebe os limites para ter a liberdade. O palhaço não julga, ele interage na diferença. O palhaço olha para tudo como se fosse pela primeira vez. Explora espaços, entra no miúdo, como diz um grande poeta. O palhaço pode ser franco, principalmente, porque depois pode levar uma bolacha. O palhaço é feito de coragem e trabalho, trabalho, trabalho. O palhaço precisa da precisão do atleta e da imaginação das crianças. Para a criança, tudo é novo. Para o palhaço, tem de ser novo, de novo, de novo, de novo. Com delicadeza, constrói uma relação de confiança e faz isso através da graça. O palhaço subverte, mas ninguém é seu inimigo”, diz o Manifesto dos Doutores.

O grupo Clowns de Shakespeare também já desenvolveu um trabalho desse tipo. Entre 2000 e 2001, o projeto U.P.I – Unidade de Palhaçada Intensiva levou visitas semanais dos doutores palhaços a dois hospitais públicos da cidade de Natal, especialmente nas enfermarias de oncologia.

Outro grupo que foca seus esforços em extrair sorrisos dos pacientes é o Esparatrapo. A partir de 2006, o grupo de clowns, antes reunidos sob o nome Trupe na Estrada, passou a atuar dentro de hospitais, especializando seu trabalho na linguagem do palhaço e na humanização hospitalar. Em pouco tempo, estavam atuando somente dentro de hospitais e casas de apoio, procurando pessoas em busca de aperfeiçoamento das técnicas de clown e interesse em levar essa experiência para dentro do hospital.

Realizadas por palhaços profissionais, todas as atividades da trupe são gratuitas e têm como base jogos de improvisação, mas também são levadas conforme a sensibilidade de “leitura” do outro, a linguagem lúdica, e a espontaneidade, qualidades típicas do palhaço.

Os hospitais do estado de São Paulo contam com mais um coletivo para animar seus pacientes. Também formado por atores profissionais, o Operação de Riso pesquisa a linguagem do palhaço desde 1998. Investindo no “poder transformador que a arte possui”, o grupo trabalha com público-alvo constituído por pacientes, acompanhantes, profissionais da saúde e funcionários.

História
A ideia de levar o circo para dentro do ambiente hospitalar foi do americano Michael Christensen, que fundou, em 1986, a Clown Care Unit, ONG que fazia visitas para alegrar crianças internadas. Essa iniciativa repercutiu e motivou uma infinidade de outras ações semelhantes ao redor do mundo.

Para lançar o projeto, Christensen teve de transformar uma decepção pessoal em combustível para alegrar aqueles que estavam em situação delicada. Um ano antes da fundação da organização, em 1985, ele perdera seu irmão para o câncer. Entretanto, pouco antes de ser acometido pela doença, o parente havia lhe presenteado com uma maleta de médico, pensando que o objeto poderia ser utilizado em uma futura apresentação.

Passado um ano da morte do irmão, uma senhora o convidou para se apresentar para crianças internadas. Lembrando imediatamente da maleta, o artista criou a personagem Doutor Stubs. O público gostou tanto, que o palhaço continuou se apresentando até fundar a Clown Care Unit, que hoje tem cerca de 50 artistas especialmente treinados, que visitam e levam alegria a dez importantes hospitais de Nova York, Washington, Boston e Seattle.

Uma história semelhante a essa ganhou as telonas em 1998, com mais um caso real. Com Robin Williams no papel principal, “Patch Adams, o Amor É Contagioso” é baseado na vida de Hunter Adams, um americano que, aos 40 anos, internou-se por conta própria numa clínica psiquiátrica ao entrar em depressão.

Após perceber que seus problemas eram simples comparados aos dos outros internos, “Patch”, como passou a ser chamado ali, resolveu sair e, dois anos depois, ingressou no curso de Medicina, onde chamou atenção com seu estilo irreverente e brincalhão de trabalhar. Ele acreditava que um tratamento com compaixão, envolvimento, empatia e humor era tão importante para a recuperação de doentes quanto remédios e outros recursos.

Concluída a formação como um dos melhores da turma, Patch Adams montou, em 1971, sua almejada clínica, o Instituto Gesundheit (que significa “saúde”, em alemão), que atende pacientes gratuitamente. Logo, a organização se tornou referência para milhares de profissionais e estimulou o surgimento de outros grupos com a mesma premissa: a de que o médico deve melhorar a qualidade de vida do paciente, e não apenas adiar a morte. Atualmente, o médico e sua trupe de palhaços viajam o mundo levando humor a áreas em situação de guerra, pobreza e epidemia.


sexta-feira, 6 de julho de 2012

DOUTOR RISADINHA na 12ª JORNADA INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO DA BAHIA


Olá Pessoal, tudo bem? Gostaria de convidá-los para participar da 12ª JORNADA INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DA BAHIA que acontecerá em Salvador durante os dias 26 a 28 de julho. Eu estarei palestrando no 3º dia (28/07 - Sábado) das 16h15 às 17h45 sobre o tema: "Gestão do Bom Humor no Ambiente Escolar". Maiores informações podem ser obtidas no link e banner abaixo.


DOUTOR RISADINHA APRESENTA: O GÁS DO RISO


 Rodrigo Oliveira em 01 de julho no blog Ao Pé da Vida, que foi extraído da Revista Como Funciona, com o título O Gás do Riso Desvendado

Antes porém gostaria de compartilhar com todos uma matéria que apresentei no Programa SORRIA E TENHA UM BOM DIA que apresentei ao lado das Endorfinas com o título: 

Doutor Risadinha fala sobre o Gás do Riso


Acompanhem agora o artigo postado pelo Rodrigo:

O gás do riso, ou óxido nitroso, é um gás incolor com odor e sabor doce cujo uso principal é como anestésico em cirurgias. No entanto, devido às suas propriedades únicas, também é utilizado para outros propósitos. Seu uso como estimulante, de onde vem seu apelido, causa um curto período de insensibilidade à dor, euforia e tendência a uma leve histeria (riso) em quem o inala.

O gás possui este efeito por atuar em um grande espectro de canais iônicos dependentes de ligantes no sistema nervoso central do usuário e por inibir, parcial ou completamente, as correntes via receptor NMDA (o principal receptor do cérebro para o controle da memória). 

Apesar de o óxido nitroso ainda ser vendido para fins recreativos, pesquisas científicas descobriram que ele pode exercer efeitos neurotóxicos no córtex cingulado posterior e no córtex retrosplenial do cérebro (áreas envolvidas na consciência e na memória), e que seu uso prolongado pode levar à morte.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Doutor Risadinha destaca: SORRIA você está sendo FOTOGRAFADO !


Pessoal, esta matéria é muito legal. Foi escrita pelo Carlos Heitor Cony e postada em 29 de junho, som o título Sorria! Acompanhem que vale à pena:

Na frente da câmara fotográfica, ninguém nos dizer "Sorria!"; espontaneamente, simulamos grandes alegrias, sorrindo de boca aberta. Em regra, hoje, os retratos são propaganda de pasta de dentes -se você não acredita, passeie pelo Facebook, onde muitos compartilham seus álbuns, rivalizando para ver quem parece melhor aproveitar a vida.

O hábito de sorrir nos retratos é muito recente. Angus Trumble, autor de "A Brief History of the Smile" (uma breve história do sorriso, Basic Books), assinala que esse costume não poderia ter se formado antes que os dentistas tornassem nossos dentes apresentáveis.

Além disso, os retratos pintados pediam poses longas e repetidas, para as quais era mais fácil adotar uma expressão "natural". O mesmo vale para os daguerreótipos e as primeiras fotos: os tempos de exposição eram longos demais. Já pensou manter um sorriso por minutos?

Outra explicação é que o retrato, até a terceira década do século 20, era uma ocasião rara e, por isso, um pouco solene.

Mas resta que nossos antepassados recentes, na hora de serem imortalizados, queriam deixar à posteridade uma imagem de seriedade e compostura; enquanto nós, na mesma hora, sentimos a necessidade de sorrir -e nada do sorriso enigmático do Buda ou de Mona Lisa: sorrimos escancaradamente.

Certo, o hábito de sorrir na foto se estabeleceu quando as câmaras fotográficas portáteis banalizaram o retrato. Mas é duvidoso que nossos sorrisos tenham sido inventados para essas câmaras. É mais provável que as câmaras tenham surgido para satisfazer a dupla necessidade de registrar (e mostrar aos outros) nossa suposta "felicidade" em duas circunstâncias que eram novas ou quase: a vida da família nuclear e o tempo de férias.

De fato, o álbum de fotos das crianças e o das férias são os grandes repertórios do sorriso. No primeiro, ao risco de parecerem idiotas de tanto sorrir, as crianças devem mostrar a nós e ao mundo que elas preenchem sua missão: a de realizar (ou parecer realizar) nossos sonhos frustrados de felicidade. Nas fotos das férias, trata-se de provar que nós também (além das crianças) sabemos ser "felizes".

Em suma, estampado na cara das crianças ou na nossa, o sorriso é, hoje, o grande sinal exterior da capacidade de aproveitar a vida. É ele que deveria nos valer a admiração (e a inveja) dos outros.

De uma longa época em que nossa maneira e talvez nossa capacidade de enfrentar a vida eram resumidas por uma espécie de seriedade intensa, passamos a uma época em que saber viver coincidiria com saber sorrir e rir. Nessa passagem, não há só uma mudança de expressão: o passado parece valorizar uma atenção focada e reflexiva, enquanto nós parecemos valorizar a diversão. Ou seja, no passado, saber viver era focar na vida; hoje, saber viver é se distrair dela.

Ao longo do século 19, antes que o sorriso deturpasse os retratos, a "felicidade" e a alegria excessivas eram, aliás, sinais de que o retratado estava dilapidando seu tempo, incapaz de encarar a complexidade e a finitude da vida.

Alguém dirá que tudo isso seria uma nostalgia sem relevância, se, valorizando o sorriso e o riso, conseguíssemos tornar a dita felicidade prioritária em nossas vidas. Se o bom humor da diversão afastasse as dores do dia a dia, quem se queixaria disso?

DOUTOR RISADINHA CONFIRMA: RIA E VIVA MAIS E MELHOR! EU VIVO.


Pessoal, tudo bem? Primeiro gostaria de lembrá-los para votar no Blog ESPAÇO DO RISO, clicando no banner do TOP BLOG 2012 - categoria saúde, que está ao lado desta postagem, valeu!!!! 

Vamos agora acompanhar esta fantástica matéria publicada em 29.06.2012  pela Mídia News. Ela trata da ajuda que o Otimismo e o RISO proporcionam em nossa longevidade. Confiram abaixo:
Se você quer viver uma vida longa, valorize as coisas positivas e siga rindo, dizem os pesquisadores.
Eles descobriram que os centenários são, frequentemente, pessoas extrovertidas que abraçam o mundo a partir de uma perspectiva otimista e despreocupada.

As conclusões são do Projeto Genes da Longevidade, lançado pela Escola de Medicina Albert Einstein, de Nova York (EUA). Todos os participantes deste recente estudo sobre o envelhecimento tinha 95 anos, e todos eram de ascendência judaica ashkenazi (judeus vindos do Leste Europeu).

Barzilai observou, que “a principal mensagem do estudo é de que, apesar desses centenários terem uma personalidade ‘agradável’ agora, isso nem sempre foi o caso”, o que abriria uma porta para a noção de que nunca é tarde demais para adotar um espírito mais positivo. Barzilai e seus colegas apresentaram e discutiram suas descobertas na mais recente edição online do periódico científico Aging – especializado em envelhecimento.

Na revista a equipe aponta que os Estados Unidos são, atualmente, o lar de aproximadamente de 53 mil centenários, representando cerca de 0,2% da população daquele país. Mas, saber exatamente como a genética figura na equação da longevidade permanece um mistério, assim como de que maneira predisposições genéticas que favorecem certos traços de personalidade podem afetar o processo de envelhecimento.

O resultado: a maioria dos quase-centenários, constataram os pesquisadores, era formada por pessoas descontraídas, simpáticas, conscientes e otimistas sobre a vida. Os pesquisadores observaram também que o riso fácil e uma vida social ativa eram quase uma norma do grupo avaliado, enquanto o comportamento neurótico era a exceção. E mais: as respostas mostraram que os sentimentos eram bem mais compartilhados à medida que surgiam, do que abafados e sufocados.

Para Thomas Perls, diretor de um estudo sobre centenários de New England no Centro Médico da Universidade de Boston, as descobertas confirmam diversas observações que ele e seus colegas fizeram no passado.

sábado, 23 de junho de 2012

Doutor Risadinha está em luto: Homem morre de tanto rir!


Pessoal! Informação fúnebre! Foi noticiado ontem (22/06/12) pela Redação do site português Tvi24 que foi constatada a morte de um homem, de tanta gargalhada que deu ao assistir uma comédia. Acreditem se quiserem! Vejam a notícia abaixo:

Homem morre a rir enquanto vê comédia na TV
Alex Mitchell sofria de um problema congénito e teve um ataque. Mistério da morte desvendado 34 anos depois

Alex Mitchell morreu em 24 de março de 1975 e, até agora, nenhum médico tinha conseguido explicar a sua morte. Só agora, 34 anos depois, os médicos concluíram que Mitchell morreu literalmente de tanto rir, enquanto via uma comédia na televisão. 

A mulher conta que ele estava a ver a série de humor Goodies, exibida na altura pela BBC. Estava a estrebuchar, de tanto rir, sentado no sofá e «apagou» de repente. «Ele deu uma tremenda gargalhada, tremeu no sofá e morreu ali mesmo», contou Nessie Mitchell.

Recentemente, a neta de Mitchell teve o mesmo problema e só não morreu porque o marido consegui socorrê-la a tempo. Ainda assim, Lisa Corke esteve clinicamente morta durante 55 minutos.

Os médicos concluíram que Lisa sofre da Síndrome do QT longo, que pode induzir uma paragem cardíaca em situações de exaustão ou durante descargas de adrenalina. E foi este diagnóstico que permitiu também desvendar a morte do avô, há 34 anos.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Doutor Risadinha fecha a semana com chave de ouro, mostrando que o Riso pode trazer vida longa!


É isso aí Pessoal, unam-se à mim para saudarmos o site Saúde.Ig por presentear-nos com esta maravilhosa série de notícias que privilegiam o poder do Riso e do Otimismo. Notem que é o Riso entrando cada vez mais na Pauta do Dia, o objetivo maior do blog ESPAÇO DO RISO.


Para fechar com chave de ouro, apresento-lhes este estudo que foi noticiado hoje (22/06/2012) por Alan Mozes e publicado no The New York Times, destacando que "Otimismo e riso podem trazer vida longa". É o que aponta o estudo com centenários norte-americanos que mostra que a longevidade pode estar mais ligada ao estado de espírito do que se pensa. 

Se você quer viver uma vida longa, valorize as coisas positivas e siga rindo, dizem os pesquisadores.

Eles descobriram que os centenários são, frequentemente, pessoas extrovertidas que abraçam o mundo a partir de uma perspectiva otimista e despreocupada.

As conclusões são do Projeto Genes da Longevidade, lançado pela Escola de Medicina Albert Einstein, de Nova York (EUA). Todos os participantes deste recente estudo sobre o envelhecimento tinha 95 anos, e todos eram de ascendência judaica ashkenazi (judeus vindos do Leste Europeu).

“Nós realmente não tínhamos certeza do que os levou a essa idade avançada”, admitiu o co-autor do estudo, Nir Barzilai, diretor do Instituto de Pesquisa em Envelhecimento. “Foi a personalidade ou algo mais na genética deles?”

“Nossa descoberta de que esses centenários compartilham traços de personalidade tão positivos sugere que eles podem, sim, estar associados à longevidade”, acrescentou.

Barzilai observou, no entanto, que “a principal mensagem do estudo é de que, apesar desses centenários terem uma personalidade ‘agradável’ agora, isso nem sempre foi o caso”, o que abriria uma porta para a noção de que nunca é tarde demais para adotar um espírito mais positivo. Barzilai e seus colegas apresentaram e discutiram suas descobertas na mais recente edição online do periódico científico Aging – especializado em envelhecimento.

Na revista a equipe aponta que os Estados Unidos são, atualmente, o lar de aproximadamente de 53 mil centenários, representando cerca de 0,2% da população daquele país. Mas, saber exatamente como a genética figura na equação da longevidade permanece um mistério, assim como de que maneira predisposições genéticas que favorecem certos traços de personalidade podem afetar o processo de envelhecimento.

Para abordar esta última questão, os autores desenvolveram um questionário 98 pontos projetado para triar evidências de traços-chave de personalidade e o administraram a 243 idosos perto de se tornarem centenários. Três quartos eram mulheres, e todos compartilhavam a mesma etnia, que permitiu à equipe fazer comparações de personalidade entre indivíduos geneticamente semelhantes.

O resultado: a maioria dos quase-centenários, constataram os pesquisadores, era formada por pessoas descontraídas, simpáticas, conscientes e otimistas sobre a vida. Os pesquisadores observaram também que o riso fácil e uma vida social ativa eramquase uma norma do grupo avaliado, enquanto o comportamento neurótico era a exceção. E mais: as respostas mostraram que os sentimentos eram bem mais compartilhados à medida que surgiam, do que abafados e sufocados.

Para Thomas Perls, diretor de um estudo sobre centenários de New England no Centro Médico da Universidade de Boston, as descobertas confirmam diversas observações que ele e seus colegas fizeram no passado.

O time de Perls avaliou traços de personalidade normalmente encontrados entre os filhos de centenários e eles sugeriram que “aqueles que têm comportamentos neuróticos tendem a insistir nas coisas negativas e internalizar o estresse em vez de deixá-lo ir”, observou.

“Isso pode se traduzir em aumento do risco de doença cardiovascular. A alta extroversão pode levar a uma melhor capacidade de estabelecer redes de apoio social – o que é muito bom para os idosos – e ser cognitivamente engajado”.

“Esses estudos mostram às pessoas que elas devem fazer o possível para gerir melhor seu próprio estresse para evitar que ele passe a gerenciá-las”, acrescentou Perls.

“As pessoas geralmente sabem quais actividades as ajudam no alívio do estresse, como exercício físico, ioga, tai chi, rir, ler ou se dedicar à arte. E, claro, é fundamental dormir o suficiente. É apenas uma questão de separar tempo e energia para fazer essas coisas.”