sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Doutor Risadinha apresenta o Questionáro "Rir faz mesmo bem à Saúde?"


Pessoal, compartilho com vocês um maravilho presente também para comemoração do Dia Nacional do Riso, proporcionado por Letícia Gonçalves, que foi fublicado em 06/11/2011 no site minhavida.uol.com.br, sob o título "Rir faz mesmo bem à Saúde? O Riso pode influenciar a autoestima e a forma como as pessoas te enxergam.". Trata-se de um interessante Questionário Interativo sobre os benefícios do Riso.

Será que a expressão "rir é o melhor remédio" é mesmo verdadeira? Muitos especialistas já recorreram a estudos para tentar descobrir como esse ato tão divertido afeta o corpo e a vida das pessoas. O que grande parte dos resultados mostra é que os efeitos vão muito além da sensação de bem-estar ou da moleza no corpo após uma longa gargalhada. "Os principais estudos sobre o efeito do riso em nossa saúde dedicaram-se aos sistemas cardiovascular  e imunológico e à percepção de dor", conta o neurologista Ricardo Teixeira, do Instituto do Cérebro de Brasília. Responda ao teste e descubra qual o real impacto que o RISO provoca na sua saúde e - mais ainda - nas pessoas ao seu redor.


DOUTOR RISADINHA APRESENTA O TEXTO DE ANTOINE EXUPERY: UMA VIDA, DUAS VIDAS, UM SORRISO

Pessoal, em comemoração ao mês de Novembro, quando celebramos o Dia Nacional do Riso, gostaria de compartilhar com vocês uma super interessante carta que recebi do nosso amigão Raimundo Chaves, tratando de um texto escrito por Antoine de Saint Exupery, autor do Pequeno Príncipe, e retirado do site www.momento.com.br, sob o título "Uma vida, duas vidas, um sorriso":
Foi durante a guerra civil na Espanha. Antoine de Saint Exupery, o autor do Pequeno Príncipe, foi lutar ao lado dos espanhóis que preservavam a democracia. Certa feita, caiu nas mãos dos adversários. Foi preso e condenado à morte.

Na noite que precedia a sua execução, conta ele que foi despido de todos os seus haveres e jogado em uma cela miserável. O guarda era muito jovem. Mas era um jovem que, por certo, já assassinara a muitos. Parecia não ter sentimentos. O semblante era frio. Vigilante, ali estava e tinha ordens para atirar para matar, em caso de fuga.

Exupery tentou uma conversa com o guarda, altas horas da madrugada. Afinal, eram suas últimas horas na face da terra. De início, foi inútil. Contudo, quando o guarda se voltou para ele, ele sorriu. Era um sorriso que misturava pavor e ansiedade. Mas um sorriso. Sorriu e perguntou de forma tímida:

- Você é pai? A resposta foi dada com um movimento de cabeça, afirmativo.
Eu também, falou o prisioneiro. Só que há uma enorme diferença entre nós dois. Amanhã, a esta hora eu terei sido assassinado. Você voltará para casa e vai abraçar seus filhos. Meus filhos não têm culpa da minha imprevidência. E, no entanto, não mais os abraçarei no corpo físico. Quando o dia amanhecer, eu morrerei.

Na hora em que você for abraçar o seu filho, fale-lhe de amor. Diga a ele: "amo você. Você é a razão da minha vida." Você é guarda. Você está ganhando dinheiro para manter a sua família, não é?

O guarda continuava parado, imóvel. Parecia um cadáver que respirava. O prisioneiro concluiu: então, leve a mensagem que eu não poderei dar ao meu filho. As lágrimas jorraram dos olhos. Ele notou que o guarda também chorava. Parecia ter despertado do seu torpor. Não disse uma única palavra.

Tomou da chave mestra e abriu o cadeado externo. Com uma outra chave abriu a lingüeta. Fez correr o metal enferrujado, abriu a porta da cela, deu-lhe um sinal. O condenado à morte saiu apressado, depois correu, saindo da fortaleza. O jovem soldado lhe apontou a direção das montanhas para que ele fugisse, deu-lhe as costas e voltou para dentro.

O carcereiro deu-lhe a vida e com certeza foi condenado por ter permitido que um prisioneiro fugisse. Antoine de Saint Exupery retornou à França e escreveu uma página inesquecível:

Uma vida, duas vidas, um sorriso
Tantas vezes podemos sorrir
e apresentamos a face fechada, indiferente
Entretanto, as vozes da imortalidade cantam. Deus canta em todo o universo
a glória do amor.
Sejamos nós aqueles que cantemos
a doce melodia do amor,
em todo lugar, nos corações.
Hoje mais do que ontem,
agora mais do que na véspera
quebremos todos os impedimentos para amar.

Doutor Risadinha viaja na história do Riso e seus tropeços!


Olá Pessoal, tudo belezinha? Compartilho com vocês uma matéria super completa escrita por Rodrigo Levino e postada em 04/11/2011 no site da Veja.com.br sob o título 

Nas trincheiras do humor

A discussão em torno da piada de mau gosto de Rafinha Bastos contra Wanessa Camargo é, em retrospectiva, apenas o episódio mais recente de uma história marcada por alfinetadas, ira e, é claro, risadas. A história do humor

A piada de mau gosto disparada por Rafinha Bastos contra a cantora Wanessa Camargo – e seu bebê – causou uma forte reação negativa. Em contraposição àqueles que o criticaram, surgiu uma brigada de defensores. Para esses, a questão mais importante não é o bom gosto do humor, mas a liberdade que o humorista deve ter para fazer a graça que bem entender. 

Foi o que disse João Pereira Coutinho, articulista da Folha de S. Paulo, que em artigo sentenciou que, em torno do imbróglio Rafinha Bastos, “a questão principal passa por saber se uma sociedade livre deve conceder espaço para que opiniões fortes, grotescas e até ofensivas possam ser proferidas em público”. Danilo Gentili, sócio de Rafinha no clube Comedians, em São Paulo, foi outro que recorreu ao direito do comediante à liberdade de falar o que quiser, em defesa do colega. Em entrevista ao site da revista Caras, Gentili apregoou que "qualquer comediante tem que ter o direito de falar o que quer, de testar" uma piada. "Se não deu certo, se alguém não gostou, desculpa, vamos para a próxima", disse. Legítimo, pena ele ter se esquecido de que também deve dar liberdade para que os outros o critiquem.

A liberdade deve vir, de fato, em primeiro lugar. Justamente por ser uma ferramenta que desafia com frequência a autoridade – seja a do governante, seja a da maioria – o humor costuma ser a primeira vítima das sociedades autoritárias. Mas, uma vez que se esteja de acordo que o Brasil de hoje não é o Brasil da ditadura militar, muito menos um país sem canais de expressão para quem quiser usá-los (nem que seja com um blog), resumir a discussão a isso é deixar de fora muita coisa. 
Se a história do humor é, em boa parte, a história do esforço de artistas e intelectuais para garantir o seu direito de dizer as coisas mais ultrajantes em público, ela é também uma história de distinções sutis e de gêneros que foram lapidando suas características ao longo dos séculos, à medida que encontravam seus gênios e grandes talentos. Humor é, sim, algo que se discute. E o momento é bem propício para fazer isso no Brasil.

A história está repleta de inimigos do humor. Na Antiguidade, Platão (428-348) o rechaçou, alegando que a seriedade das reflexões filosóficas não permitia descontração. Condenado pela Igreja Católica, que no período da Inquisição chegou a vê-lo como sintoma de possessão demoníaca, na Idade Média o riso sobreviveu em festejos populares, de caráter carnavalesco ou comemorativo de colheitas e de estações, e nos palácios, na figura do bobo da corte, sempre subordinado aos mandos e desmandos do rei. A liberdade para criar e para fazer oposição pelo riso só retornaria com a do pensamento, no Renascimento. Exemplo maior dessa liberdade foram os episódios em que a antes temida figura papal surgiu ridicularizada em versos e em ilustrações que a mostravam na forma de um asno.

Uma outra narrativa corre em paralelo a essa: a da evolução das formas de humor. Com suas peças, Aristófanes, o pai da comédia grega, golpeava políticos e o que ele considerava excessivo nas mudanças de costumes da Grécia Antiga. Em Roma, no auge do império, a classe dominante enfrentou o humor corrosivo de Juvenal. Na série de poemas intitulados Sátiras, ele enfileirou boutades como “em Roma tudo se compra” e “alguns tiveram a forca como recompensa do próprio crime. Outros tiveram a coroa”, símbolos do espírito oposicionista em que o humor é capaz de plasmar-se. Na Idade Média, o clérigo François Rabelais fez uso de lendas populares cômicas, pantominas e romances de tradição oral e, com um traço de escatologia, deu vida a poderosas obras cômicas como Pantagruel e Gargântua.

Alheio à consideração de filósofos e à força contrária dos políticos, o riso continuava a engendrar novas formas de humor. Na Inglaterra elisabetana, despojado de palavrões e gestos obscenos, ele se refinou. Nascia aí o reputado humor inglês, marcado pela sutileza e pela inteligência. Fazer rir não era uma proposta gratuita, apoiada em argumentos chulos. Estava, antes, ligada a uma visão de mundo que autores como William Shakespeare imprimiam em suas peças. O riso era uma lente até para enxergar a tragédia: a condição humana finita, grotesca e frágil passou a ser risível. Como contraponto ao sisudo Platão, “que nunca foi visto a rir muito”, o Iluminismo oferece o exemplo de um filósofo igualmente carrancudo – mas amigo do riso. “Voltaire disse que os céus nos deram duas coisas para suportar as vicissitudes da vida: a esperança e o sono. Poderia ter acrescentado o riso”, disse Immanuel Kant, autor da célebre Crítica da Razão Pura.

À beira da virada para o século XX, o humor foi definitivamente assimilado pela imprensa e pela intelectualidade e abriu caminho para o surgimento de grandes artistas cômicos. Embrenhado na sociedade, foi absorvido pela indústria cultural, que para ele reservou um gênero, o cinema, onde nomes como Charles Chaplin, Buster Keaton e Harold Loyd, além dos irmãos Marx, se saíram com grandes sacadas. Era a gênese do que mais tarde seria levado às mais risíveis consequências com Mel Brooks, Peter Sellers e Woody Allen.

Pontos fundamentais na forma e no conteúdo do humor se estabeleceram principalmente no pós-guerra. No rádio, e mais tarde na televisão, formatos como os sitcoms e os esquetes se consagraram, tendo como matiz os pequenos espetáculos improvisados com influência do teatro e da Commedia dell’Arte italiana, nascidos 300 anos antes.

O stand up comedy, atualmente em alta no Brasil, grassava então nos Estados Unidos, onde chegou para fazer a América dois séculos depois de surgir em espetáculos solos de artistas ingleses e irlandeses, na Grã-Bretanha. De Bill Cosby, passando por Jerry Seinfield, até Chris Rock, Sarah Silverman e Louis CK, os expoentes do gênero traçaram linhas claras de atuação.

A principal delas é que humor é, sobretudo, um ponto de vista, uma maneira como se enxerga o mundo – não uma redoma da qual se possa entrar e sair sem assumir responsabilidades. A liberdade de fazer piada não torna o comediante imune a críticas. A piada de Rafinha Bastos que esquentou contendas, por exemplo, não tem função social ou política. Nem graça. Não cumpre o que, segundo o historiador da USP Elias Thomé Saliba, autor do livro As Raízes do Riso, é o seu papel: alterar sentidos, subverter realidades. Se uma piada não é capaz disso, perde-se na própria nulidade.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Doutor Risadinha pergunta: O Dinheiro traz Felicidade?


Olá Pessoas Risonhas, tudo bem? Como foi o final de semana? O meu foi excelente e desejo que o de vocês também tenha sido. E para começar bem a semana, além de divulgar o 2º Dia do Nariz Vermelho, gostaria de compartilhar com vocês a matéria elaborada pela Mafalda de Avelar que foi veiculada ontem (30/10) na seção Vida do site do Económico de Portugal sob o título "O Dinheiro dá Felicidade?". Acompanhem a matéria na íntegra, logo abaixo:

Estudos científicos mostram que o ser humano tem cada vez mais poder no cálculo da sua felicidade. Num momento de crise, vale a pena pensar nisso... 

Existem três grandes pontos de interrogação quando se fala de felicidade. Em primeiro lugar: que percentagem da nossa propensão para sermos felizes é que depende do nosso ADN? Esta resposta é vital. Os mais optimistas, referem-se a ela, quando a sabem elevada, de sorriso na cara. Os mais "depressivos" encontram nela, muitas vezes, uma óptima desculpa para não saírem de uma depressão, ou para não encararem a vida de frente e agirem sobre a mesma. Mas afinal o que dizem os estudos? Segundo a investigadora russa Sonja Lyubomirsky, 50% da propensão para ser feliz está no seu ADN, ou seja depende da genética; 10% estão relacionados com as circunstâncias da vida tais como "um divórcio", "um luto" ou "uma situação de desemprego" e os restantes 40% estão nas suas mãos. Numa perspectiva optimista, 40% da sua propensão para ser feliz depende da forma como lida com os problemas, como dá a volta por cima e como encara "o que acontece". Satisfeito? Devia estar. 

Mas vai ficar ainda mais ‘happy' com os últimos resultados que saíram esta semana noticiados na revista "The Economist". De acordo com o estudo "Genes, Economia e Felicidade", realizado por um grupo de cientistas da Universidade College,da Harvard Medical School, da Universidade de San Diego e de Zurique, "1/3 da variação do nível de felicidade dos indivíduos é hereditário". 

Curiosamente, à medida que as investigações nesta área, que envolvem estudos a gémeos, aumentam a nossa atitude ganha mais valor nesta equação de vida que tem como resultado a tão desejada felicidade. Como refere Sonja Lyubomirsky, no seu livro "Como Ser Feliz", 40% da nossa felicidade é determinada unicamente pelos nossos actos, e não por factores ambientais ou genéticos. Para a especialista em Psicologia Positiva, formada em Harvard e em Stanford, é por isso possível desenvolver "estratégias práticas para se aproximar cada vez mais daquilo que constitui a felicidade". 

E como se lê na "Psychology Today", "40% da nossa alegria está sob o nosso controle, o que poderá convencer até os mais determinados fatalistas que a felicidade é ao mesmo tempo uma escolha e um esforço".

Mas afinal o que é a felicidade?
Nada é mais subjectivo. "O que é para mim pode não ser para ti!", referiu de imediato uma colega do Outlook quando em reunião discutíamos o tema. Mas as discordâncias não ficaram por aqui: "não digas isso!", exclamou a mesma colega a propósito da relação entre felicidade e dinheiro e sobre uma polémica afirmação "ter dinheiro não é sinónimo de felicidade". A conversa subiu de tom e as dúvidas permaneceram. Nada melhor para iniciar uma viagem pelo mundo da investigação da felicidade e da psicologia positiva. Um universo que não deixa ninguém indiferente e que tem muitos apaixonados. Helena Águeda Marujo é uma das referências nacionais, senão a maior, que não esconde o brilho do olhar quando fala deste tema e quando responde que a felicidade é hoje uma variável mensurável. "A felicidade tem sido uma das preocupações dos inves­tigadores na última década e isto transformou a felicidade num movimento em que a psicologia positiva passou a ser uma tendência dentro da psicolo­gia geral". Hoje, essa mesma corrente alargou-se a outras ciências sociais com a preocupação de não estudarmos apenas os problemas das pessoas, mas o lado bom.

Sobre o facto de ser uma variável subjectiva, Marujo responde que essa "era uma das preocupações do mundo académico e possivelmente uma das razões porque não era estudada".
No entanto, e nos últimos anos, são largas as centenas de equipas de investigação que ajudam a validar cientificamente o que as pessoas sentem. Por exemplo, uma das maneiras de medir felicidade e isto do ponto de vista científico é considerá-la como sinónimo de bem-estar, o que inclui um elemento cognitivo e outro afectivo. "Tendo tudo em consideração, quão satisfeito está com a sua vida neste momento?" É uma das questões que se coloca. Em termos afectivos, entramos no campo das emoções positivas e negativas. Nesse relvado, as conclusões são surpreendentes. Em linguagem corrente: para cada notícia negativa que recebemos, temos que arranjar três positivas para "equilibrar" o barco das emoções. A relação aumenta de um para cinco quando toca à relação de um casal. Discutiu hoje com a sua cara metade? Então já sabe vai ter que despertar cinco emoções positivas para voltar a ter harmonia.

O dinheiro dá felicidade?
Uma coisa é certa: são muitos os factores que determinam se somos felizes e logicamente que, à partida, uma pessoa com emprego é mais feliz do que uma que vive o drama do desemprego; que uma pessoa que tem o frigorífico cheio é mais feliz do que uma que luta para dar um copo de leite aos filhos. Mas essa relação não é linear e tão pouco crescente como mostram os estudos.

Respondendo à questão, Vasco Gaspar, psicólogo e consultor de Felicidade, diz que "Ben Shahar aponta que em 1957, 52% dos britânicos diziam ser muito felizes enquanto em 2005 apenas 36% o declararam. No mesmo período, os índices de riqueza triplicaram", o que mostra que a riqueza não caminhou de mãos dadas com a felicidade. Mais ainda: as taxas de depressão nos EUA são 10 vezes maiores do que nos anos 60.

Muita estatística, sabedoria popular, hoje, com provas científicas e o florescimento de um paradigma que tem por base a felicidade, que aumenta a produtividade, o PIB, a riqueza das nações e até a vida. Vivemos tempos em que o "T" de Ter, começa a dar lugar ao "S" de Ser.

O que podemos fazer para sermos mais felizes?
Já sorriu hoje? Já deu uma gargalhada? Ontem, antes de adormecer, pensou nas coisas boas que lhe aconteceram durante o dia? Possivelmente vai pensar "eu tenho lá coisas boas!" e "vou rir-me de quê?". Se é esse o seu registo, mude de atitude. Estudos científicos mostram que podemos "treinar" o cérebro para sermos mais felizes. É fácil e prolonga a longevidade.

Segundo o último grande estudo sobre o tema, da autoria de Martin Seligman, "pai" da Psicologia Positiva e autor de "Flourish", são cinco os elementos que nos podem ajudar a sermos mais felizes.

Em primeiro lugar, precisamos de emoções positivas. Não há vidas felizes sem a parte hedónica da existência. O prazer, a experiência emocional do riso, do amor, da curiosidade para aprender coisas novas, a gratidão... tudo isso são experiências emocionais vitais. Mas isso não chega. Temos que desenvolver o segundo elemento, o criar relações positivas. Todos os estudos de felicidade apontam para o mesmo facto: "não existe felicidade sem relações positivas". As pessoas para serem felizes, precisam de ter com quem contar. Mais: este elemento é tão relevante que a experiência relacional aparece à cabeça da maioria dos estudos como "o que as pessoas consideram mais importante para serem felizes". Procurar uma vida comprometida é o terceiro elemento. "Precisamos de ter áreas na nossa existência em que podemos fluir." Por exemplo: foi despromovido? Em vez de baixar a cabeça, procure uma actividade, nem que seja lúdica, que o anime. Como refere Helena Marujo, especialista em Psicologia Positiva, "precisamos de entusiasmo e de colocar aquilo que fazemos melhor em prática numa qualquer área da nossa vida".

O quarto elemento surge como consequência do terceiro. Precisamos de procurar realizações, de ter sucessos. Precisamos de estabelecer metas porque quando conseguimos alcançá-las isso também nos dá felicidade. Por último, precisamos de ter uma vida com sentido. O que os estudos mostram é que tudo aquilo que são vidas viradas para o sucesso individual ou para o próprio umbigo" não têm propósito. Esse sentido pode ser mais fácil para os crentes. Mas não só. Isto porque podem existir níveis de espiritualidade em qualquer experiência humana.

Para terminar: Não se compare com os outros. Esse é, cientificamente, um dos ‘handicaps' para ser feliz. E imagine coisas boas para se defender. Está provado que o peso de um sonho bom é maior do que os quilos de um passado mau.

Doutor Risadinha divulga o 2° Dia do Nariz Vermelho em 6 de novembro!

Pessoal, tudo bem? Está chegando o 2° Dia do Nariz Vermelho. Será em 06/novembro às 10hs no Memorial da América Latina – Teatro Simon Bolivar – Av. Auro Soares de Moura Andrade, 644 – portão 15 – entrada gratuita. Vamos para lá dar muitas e boas gargalhadas e quem sabe até superar o recorde de 15 minutos de gargalhadas que 500 palhaços da América Central e do Norte conquistaram no congresso realizado neste mês na cidade do México. Confiram no link
http://www.youtube.com/watch?v=nphq7TismCs