sábado, 10 de dezembro de 2011

DOUTOR RISADINHA REFORÇA: A RISOTERAPIA TRASFORMA POSITIVAMENTE


Olá Pessoal, tudo bem? Hoje gostaria de compartilhar com vocês uma matéria super interessante escrita nesta semana por Samantha Cequetani da Revista Viva Saúde, publicada no portal UOL, sob o título RISOTERAPIA: ALEGRIA QUE TRANSFORMA. A matéria tem a participação de dois grandes amigos, a Rumilda do Clube do Riso Feliz e o Dr. Eduardo Lambert autor do 1º livro brasileiro A Terapia do Riso. Confiram esta excelente matéria: 

RISOTERAPIA: ALEGRIA QUE TRANSFORMA
Dar risadas pode aumentar as defesas imunitárias, combater o estresse, problemas cardíacos, acidentes vasculares cerebrais e até depressão.

Rir é o melhor remédio. A frase que parece apenas um chavão dos otimistas tem comprovação científica, pois a risoterapia (ou terapia do riso) tem se mostrado eficaz no combate a diversas doenças. Há evidências de que as defesas imunitárias aumentam por meio do riso. Mesmo existindo há mais de 60 anos, essa terapia tida como complementar ficou mais conhecida na década de 1990 com o filme americano intitulado Patch Adams - o amor é contagioso. O famoso médico utiliza a alegria para incentivar a cura de seus pacientes.

De acordo com o homeopata e autor do livro A terapia do riso (Editora Pensamento), Eduardo Lambert, a alegria e o riso ajudam na resposta aos tratamentos e os mecanismos naturais de autocura. "O riso treme, vibra nosso corpo e nos relaxa dando uma sensação de bem-estar. Ele ativa em nosso cérebro a produção de substâncias químicas que nos protegem contra acidentes vasculares cerebrais, estresse, problemas cardíacos e até depressão", afirma o médico. Quanto maior a intensidade da risada, maior será a produção dos neurotransmissores importantes para a saúde como as endorfinas e as serotoninas, que são antidepressivas.

Trabalhando há seis anos com o Clube do Riso Feliz no Instituto Caminho Kyusei Kannon (CKK), a psicopedagoga Rumilda Fernandes explica que todas as pessoas podem praticar - inclusive as crianças -, e, para a especialista, rir deveria se tornar um hábito para preservar a saúde física e mental. O método não é recomendado para pessoas recém-operadas de tireoide ou abdome, sem que tenham a autorização do médico responsável. O Instituto promove reuniões semanais com grupos (de cinco a dez pessoas, geralmente) que durante aproximadamente duas horas são estimuladas a pensar de forma positiva.

Gargalhar só faz bem: a terapia do riso pode tratar o estresse, problemas cardiológicos e respiratórios, depressão e atuar no sistema imunológico

Na primeira parte, são ensinadas técnicas para rir, leituras de textos cômicos, meditações, e todos levam exercícios para casa. "O processo de `cura` depende da predisposição do paciente e da decisão de se `curar`", diz. Durante o processo, são trabalhados o bom humor, o poder da decisão, interatividade, extroversão e altruísmo. Além disso, tentam se liberar de apegos e mágoas e desenvolver a gratidão. A risoterapia pode ser aplicada por um terapeuta do riso que já tenha participado de grupos, estude o método e aprenda a prática.

A consultora de desenvolvimento pessoal, Nadia Cozzi, confessa que estranhou as técnicas da terapia do riso e desacreditou que algo tão simples pudesse ter um retorno satisfatório. "O resultado foi fantástico, parei de me estressar e procuro sempre o lado bom das situações." Praticante há oito anos, ela recomenda para todos que querem viver de uma forma mais saudável.

PASSOS PARA PRATICAR A TERAPIA DO RISO E INCLUÍ-LA NO SEU DIA A DIA
 Durma com bons pensamentos e acorde de bom humor
 Dê bom dia para si mesmo e para tudo que está a sua volta
 Pense em todas as coisas boas que pretende fazer no dia
 Olhe-se no espelho pela manhã e sorria para você e também para todas as pessoas que fazem parte do seu dia a dia
 Sinta que o otimismo e a alegria estão abrindo novos caminhos

Como a terapia do riso estimula o processo de cura?
Ao gargalhar, o indivíduo trabalha quase todos os músculos do rosto e do abdome, promove maior oxigenação do cérebro, estimula a liberação da endorfina (substância que ameniza a dor e promove o prazer). A risada tem ainda efeito anestésico e aumenta a imunidade do organismo. Por isso, pesquisas realizadas nos EUA comprovaram que ela acelera o processo de cura e diminui o tempo de internações.

5 motivos para experimentar a risoterapia
1. O bom humor desenvolve a saúde física, mental, afetiva e emocional
2. Elimina o estresse e melhora as relações cotidianas do trabalho
3. Mantém o otimismo e aumenta o pensamento criativo e positivo
4. A prática proporciona bem-estar, energia e disposição para as tarefas diárias
5. A alegria proporciona relações familiares mais sinceras e unidas

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Olha o Doutor Risadinha na pauta do dia! Tudo isso graças à vocês. Obrigado!


Olá Pessoal, tudo bem? Gostaria de compartilhar com vocês a última matéria em que participei, que foi capa da Folha Universal deste domingo (4/dez), sob o título “Leve à sério: Ria” ( http://www.folhauniversal.com.br/especial/noticias/leve-a-serio-ria-8913.html  e http://pt.calameo.com/read/00072479754b5fc9c9cbb - página 25). Também já está no meu Blog Espaço do Riso http://doutorrisadinha.blogspot.com/2011/12/doutor-risadinha-o-militante-do-riso.html .

Aliás, estou super contente, pois a missão do Blog Espaço do Riso, é “manter o riso na pauta do dia”, e só nos últimos 3 meses ele fez parte de 3 Capas de importantes jornais, além da que já compartilhei acima: O Globo do RJ (O Valor do Sorriso), Correio do Povo do RS (Cresce o Poder do Bom Humor) e Gazeta do Povo do PR (O Poder do Riso). Só não participei desta última.... Que beleza, heim!

Esta é uma conquista de todos nós, pois só com a colaboração de todos vocês é que conseguimos conscientizar um número cada vez maior de pessoas sobre os benefícios do Riso e do Bom Humor. Portanto, continuem reenviando este e-mail e indicando o site www.palestrantedobomhumor.com.br e o blog do Riso para toda a sua rede de relacionamento e em especial, para seus colegas e conhecidos que atuam na mídia. Valeu!!!

Abraços, Sorria e Tenha um Bom Dia

Marcelo Pinto (Doutor Risadinha)

ESPAÇO DO RISO NO TOP BLOG E DOUTOR RISADINHA NO CORREIO DO POVO... LEGAL !!!


Olá pessoal, tudo legal?

Inicialmente gostaria de manifestar minha alegria e agradecer ao empenho de todos vocês na votação do meu blog ESPAÇO DO RISO para o prêmio TopBlog 2011 na categoria Saúde.

Não foi desta vez, mas só o fato de ficar entre os 100 blogs mais votados, num universo de mais de 160.000, para mim já é motivo de orgulho e motivação para continuar nesta missão de divulgar os benefícios do riso e bom humor em nosso dia-a-dia.

E para comemorar esta conquista compartilho com vocês as matérias que participei e foram Capa do “Correio do Povo” de Porto Alegre:

CRESCE O PODER DO BOM HUMOR

É PRECISO SABER RIR, MAS NA HORA CERTA

MAL HUMORADOS PRECISAM DE AJUDA 

Obrigado por todo apoio! Visitem o meu novo site www.palestrantedobomhumor.com.br e assistam ao vídeo institucional que mostra um pouco mais deste meu trabalho.

Um Forte Abraço, Sorria e Tenha um Bom Dia

Marcelo Pinto (Doutor Risadinha)

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Doutor Risadinha destaca a 10ª edição do Encontro Internacional de Palhaços - Anjos do Picadeiro no Brasil


Pessoal, começou ontem (05/dezembro) a 10ª edição do Encontro Internacional de Palhaços realizado no Rio de Janeiro. Vejam abaixo a matéria de Paulo Virgílio publicada no Jornal do Brasil sob o título "Palhaços do Brasil e do Mundo se encontram para discutir a função do Riso" 

show de um dos mais importantes palhaços bufões da atualidade, o italiano Leo Bassi, abre hoje, às 20h, no Teatro Nelson Rodrigues da Caixa Cultural, no centro do Rio, a décima edição do Anjos do Picadeiro – Encontro Internacional de Palhaços. Artista provocador e questionador das estruturas sociopolíticas, vindo de uma família circense com mais de 170 anos de história, Bassi é uma das atrações internacionais do encontro, que vai até o próximo domingo (11).

Palhaços de todo o Brasil e de oito países farão apresentações de rua, em salas de espetáculo e em comunidades de baixa renda, dentro da programação do evento, que também promove seminários e debates sobre a função social e política do riso. Um dos destaques é a "palhaceata", grande cortejo cômico formado por todos os palhaços participantes do encontro, que percorrerá ruas do centro do Rio na próxima quarta-feira (7).

A passeata, marcada por performances lúdicas e bem-humoradas, terá como mote uma hipotética greve de palhaços – “Como seria o mundo sem o riso?” é a pergunta provocadora que os palhaços querem fazer com manifestação. Para o encerramento, no dia 11, está programada uma maratona de 12 horas ininterruptas de espetáculos, a Overdoze. O Anjos do Picadeiro é uma realização do grupo Teatro do Anônimo, criado há 25 anos com a preocupação de aprofundar a investigação sobre a arte de fazer rir. Nas nove edições anteriores, o evento reuniu 1.500 artistas e um público de cerca de 120 mil pessoas.

A proposta de discutir o humor continua presente na programação deste ano. Oito trabalhos acadêmicos sobre o riso estão sendo apresentados hoje (5) em um seminário, na Sala Margot do Teatro Nelson Rodrigues e, amanhã (6), haverá um debate com a espanhola Pepa Plana, criadora do Festival de Palhaças de Andorra. “Esse é o momento sério do nosso encontro”, diz João Artigos, fundador do Teatro do Anônimo.

Uma das discussões é sobre a situação do circo no Brasil. Para Artigos, o segmento está numa curva ascendente e retomando seu lugar de destaque, mas ainda há muito o que conquistar. “O circo, talvez, seja uma das manifestações artísticas com maior capilaridade no Brasil. Do Oiapoque ao Chuí, você pode encontrar circos grandes ou mambembes percorrendo o país, mas ainda faltam políticas públicas para dar mais condições ao segmento”, diz.

O criador do Anjos do Picadeiro é parte de uma geração que já teve a oportunidade de se formar em técnicas circenses nas escolas especializadas abertas no país. Segundo ele, “isso trouxe para o circo um novo tipo de profissional, diferente daqueles que vinham de famílias circenses tradicionais”.
A programação completa do evento pode ser conferida no site www.anjosdopicadeiro.com.br.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Doutor Risadinha destaca: O Riso é matéria de Capa no mesmo dia em dois importantes veículos de comunicação!

Pessoal, hoje estou super contente, pois o Riso foi matéria de Capa neste Domingon (04/dezembro), também no Saúde & Bem-estar da Gazeta do Povo, com fotos da Letícia Akemi e texto de Érika Busani, da Agência de Notícias Gazeta do Povo, sob o título " O Poder do Riso ".

Flexione os músculos das extremidades da boca, aperte o canto dos olhos e, se puder, solte uma boa gargalhada. Sua saúde e emoções agradecem

 
Ele previne o estresse, aumenta a resposta imunológica do organismo, funciona como terapia e ginástica, atenua a dor e não tem contraindicações. Não à toa, a sabedoria popular consagrou o riso como o melhor remédio para os mais diversos males. “Medicamento”, inclusive, que a ciência vem estudando e, embora ainda não saiba exatamente o que ocorre no cérebro durante uma boa risada, já demonstrou seu efeito sobre o sistema imunológico.

 
“Estudos comprovam que rir e sorrir aumentam o número de células T no sangue”, afirma o professor do curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Naim Akel Filho, coordenador do grupo de estudos em neurociência. Essas células de nome sugestivo coordenam a resposta imune contra infecções e tumores.

 
O riso é usado como forma de terapia, para conectar-se consigo mesmo ou com algo superior. Veja algumas formas de treiná-lo

 
Meditação do riso

 
O guru Osho dizia que rir e dançar são formas de alcançar um estado meditativo. Para praticar a meditação do riso, ao acordar, espreguice todo o corpo antes de abrir os olhos. Depois de três ou quatro minutos, ainda com os olhos fechados, comece a rir. Por cinco minutos, ria. No começo, você estará provocando, mas logo o próprio som da sua tentativa causará o riso genuíno. Pode levar vários dias para que ele realmente aconteça, mas não demorará muito e se tornará espontâneo.

 
Bom humor também se treina
  • Cante, brinque, pratique esportes de que goste.
  • Ame mais, cultive amizades.
  • Procure assistir a comédias, shows de humor, ir ao circo.
  • Ria de si mesmo. Além de deixar a situação mais leve, faz bem.
  • Aprenda a se perdoar.
  • Nunca tenha vergonha de rir, sozinho ou acompanhado.
  • Crianças e pessoas alegres nos contagiam. Fique por perto delas.
  • Tenha um animal de estimação, que proporciona bem-estar.

Treino do riso

 
A filosofia religiosa Seicho-no-ie adota em suas reuniões o treino do riso. “Há um roteiro. Primeiro, fazemos uma oração para evocar o deus da alegria que há dentro de nós. Depois, começamos com o a-rá-rá-rá. Acabamos em gargalhada”, conta Cleusa de Jesus Zanatta, supervisora administrativa e doutrinária da regional Paraná da filosofia. Ela recomenda o treino em casa também. “Faz bem para a pele, para o rosto. Quando estamos alegres, atraímos coisas boas para a vida.”

  
Natal sem estresseOutra consequência provada é a liberação de endorfina, hormônio que, entre outras coisas, reduz a sensibilidade à dor, aumenta a disposição física e mental e a resistência, melhora a memória e o bom humor. As reações continuam: a oxigenação no sangue e no cérebro são elevadas, assim como a frequência cardiorrespiratória. E ainda trabalha diafragma e abdômen, face, pernas e músculos das costas.

 
Ou seja, rir trabalha o corpo como um todo e ainda fortalece as emoções. “O riso relaxa, descontrai. Favorece a tranquilidade mental, que proporciona maior abertura à confiança, à imaginação, à criatividade e ao bem-estar. As reações emocionais tornam-se mais equilibradas e positivas”, garante o psicólogo Geraldo Vieira de Magalhães, colaborador do Instituto Med Prev. Nem seria preciso recorrer à ciência para ter essa certeza. Lembre da última vez que você deu uma boa gargalhada: a sensação de bem-estar que se segue é a melhor das comprovações.

 
O poder do riso vai além. “Quando alguém está tenso ou triste, se conseguir sorrir o processo psíquico pode se reverter, voltando a uma situação de bem-estar”, diz Akel Filho. Mas não adianta fingir. O riso precisa ser autêntico para ter eficácia.

 
O começo

 

Rir e sorrir são comportamentos inatos. Já se especulou que fossem imitações, mas crianças com cegueira de nascença também esboçam as mesmas contrações musculares, a mesma expressão facial, lembra o neurocientista. E tem razões evolutivas. “Se colocarmos uma mancha na frente de um bebê, ele ri. Ele é ‘equipado’ com esse tipo de comportamento porque aumenta sua chance de ser cuidado, protegido, alimentado, de receber carinho”, contextualiza o psicobiólogo Ari Bassi do Nascimento, professor do Departamento de Análise do Comportamento da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

 
Crescemos e, como em outras tantas das nossas condutas, aprendemos a manipular e controlar essa também. Pode ser para o bem. Atenuar circunstâncias constrangedoras, demonstrar a indisposição para a briga ou dar um sinal de permissão para a aproximação entram nessa lista.

 
Mas, quando ocorre em um contexto não apropriado, desconfie. “O riso pode ser irônico – é o caso de um cobrador que bate à sua porta sorrindo –, ter aspecto vingativo ou de humilhação”, contrapõe Nascimento. É o melhor estilo “quem ri por último ri melhor”.

 
Melhor terapia

 

Para o psicólogo Geraldo Vieira de Magalhães, o riso é uma função que pode ser “treinada”. “Aceitar-se, gostar de si mesmo, se esforçar para buscar oportunidades e encontrar sentido na vida, favorecem o entendimento das dificuldades e possibilitam que se encare a existência com mais calma, determinação e bom humor. É um treinamento contínuo, que deve fazer parte do dia a dia de todo ser humano”, orienta.

 
A jornalista Caroline Fagundes, 28 anos, seguiu essa receita e aprendeu a rir. “Comecei a perceber como era chato conviver com pessoas mal-humoradas e reclamonas”, diz. Ao se flagrar com esse mesmo comportamento em uma época que estava infeliz com um emprego, decidiu mudar de atitude. Uma experiência profissional de um mês na Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, foi outro aprendizado. “Vi muitos exemplos de superação. De pessoas muito pobres e muito guerreiras, dispostas a transformar o mundo”, recorda. O resultado está no atual sorriso fácil da moça. “Adoro rir, por mais que dê marcas de expressão que estou odiando”, brinca.

 
Já outros parecem ter conservado da infância essa característica. É o caso do microempresário Ivo Sprotte, 46 anos, que nunca se deixou abater e sempre está disposto a oferecer uma saudável risada. Nem mesmo quando um acidente de moto o deixou sem andar por mais de cinco anos – entre os 22 e os 27. “Eu tinha certeza absoluta de que voltaria a andar”, conta. Essa confiança é um dos componentes do bom humor. Ivo é o que se chama por aí de “figura”. Chega bagunçando tudo, liga para os amigos para contar uma piada, faz amizades por onde passa. “No dia em que eu descobrir que tristeza paga dívida, vou chorar 24 horas por dia”, ri. “Mau humor não ajuda em nada”, complementa.

 
Ivo tem razão. Mas não se trata de virar uma espécie de bobo alegre, rir de tudo. “Momentos tristes fazem parte da vida. O importante é o esforço para que a tristeza não se demore, para se evitar a pior consequência, que é a depressão”, diz Magalhães.

 
O professor Marco Aurélio Ghislandi, 34 anos, segue essa linha. “Quando estou triste demonstro, porque é uma questão de saúde mental. Mas isso não impede que eu visualize os momentos felizes”, afirma. Para ele, sorrir é uma espécie de liberdade. “Quando a gente sorri, se liberta de padrões rígidos de certas conveniências. Mostra que você está próximo do outro. O sorriso verdadeiro quebra muitas resistências.” Marco Aurélio sabe do que está falando. Seu apelido, dado por alunos há 12 anos, é Professor Feliz. Ou, simplesmente, Feliz.


 

Doutor Risadinha: O militante do Riso. Gostei!

Olá Pessoal, tudo bem? Para começarmos muito bem a semana e o mês de Dezembro, gostaria de compartilhar com vocês uma matéria ESPECIAL de Capa da Folha Universal, publicada ontem (Edição 1.026 - 04/12/2011 a 10/12/2011 ) com o título "Leve a sério: ria", tendo minha participação, também, ESPECIAL, em entrevista à simpática jornalista Kátia Mello. Confiram:

Cientistas provam que dar risada reforça o sistema imunológico, diminui a dor, melhora o sono e protege o coração. Agora não faltam mais motivos para sorrir

Quando sua avó dizia “rir é o melhor remédio”, ela estava coberta de razão. Diversos estudos estão trazendo luz ao tema e provando que meia dúzia de gargalhadas surte mais efeito do que uma cartela inteira de remédios. Um dos mais recentes , feito pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, mostrou que pessoas que riem sentem menos dor.

“Quando rimos, nosso organismo passa por uma série de alterações biológicas. A hipófise [glândula que produz diversos hormônios] libera opiáceos, hormônios que agem contra a dor e aumentam a produção de células de imunidade. Essa ação faz com que o nível de cortisol, o ‘hormônio do estresse’, seja drasticamente reduzido. No nosso estudo, constatamos uma concentração 27% maior de endorfina [considerada um analgésico natural] nos indivíduos expostos a vídeos engraçados do que no grupo que ficou em uma sala lendo revistas”, conta o médico neurologista Lee Berk, um dos maiores estudiosos do tema, da Universidade Loma Linda, na Califórnia (EUA).

O estudo dos pesquisadores de Oxford foi parecido, porém, um grupo assistiu a comédias e outro a vídeos de golfinhos. Depois, ambos foram expostos a dores moderadas, como suportar um saco de gelo sobre o braço. Observou-se que as pessoas que passaram pela sessão de riso sentiam 10% menos dor.

Esses estudos apenas renovam o cerne de um livro escrito nos anos 60 pelo jornalista Norman Cousin, chamado “Anatomia de uma Doença”. Ao voltar de uma viagem de trabalho à Rússia, onde viveu o início da Guerra Fria, sentiu-se deprimido e desenvolveu uma doença parecida com uma artrite muito poderosa. Qualquer movimento lhe dava dores e, por isso, ele não conseguia mais dormir. Já bastante debilitado, pensou: “Se as emoções negativas podem perturbar um organismo, podem as emoções construtivas reestabelecer a harmonia?” Foi quando começou sua luta contra a doença. Sua arma? O riso.

“Ele assistia a comédias e todos que o visitavam no hospital tinham que lhe contar uma piada. Ele notou que 10 minutos de boas gargalhadas lhe rendiam 2 horas de sono. Percebeu, também, que suas inflamações estavam diminuindo. Cousins se curou e escreveu o livro, inspirando milhares de estudiosos e seguidores da terapia do riso”, conta o advogado Marcelo Pinto, de 46 anos, que incorpora o palhaço Doutor Risadinha (leia mais na página 13).

Um dos precursores na arte de levar alegria para ajudar doentes é o médico norte-americano Hunter “Patch” Adams, que ficou famoso pelo filme estrelado por Robin Williams nos anos 90. “Patch” não defende o riso, mas o estreitamento entre relações humanas e mais amor entre as pessoas. “Ele levou palhaços a hospitais e acredita no humor, mas defende que são os laços de amizade que nos fortalecem, e que o riso é uma maneira de compartilhar a felicidade com quem você ama. É uma maneira positiva de encarar a vida, sendo solidário, gentil e amável com todos. O sorriso é um parceiro da gentileza”, defende a psicóloga Ana Cláudia de Camargo, que estuda a influência do humor em tratamentos médicos. “Uma pessoa feliz é mais otimista, tem mais facilidade de acreditar na vida e nas coisas boas que ela pode nos proporcionar”, completa.

No Brasil, o mais famoso grupo de intervenção humorística em hospitais são os Doutores da Alegria. “Neste ano, completamos 20 anos de atividades ininterruptas. Com um elenco de 50 palhaços atuando em 22 hospitais, tivemos o privilégio de alegrar mais de 750 mil crianças e ver nascer mais de 500 grupos semelhantes ao nosso”, escreveu o cofundador e coordenador Wellington Nogueira no blog dos Doutores.

É de um desses grupos descendentes que André Sousa Barros, de 32 anos, faz parte. O perfumista é voluntário na organização não governamental Presente de Alegria, que visita asilos, orfanatos, hospitais e escolas, carregando uma farmácia de alegria. “Alegria é contagiante e é o melhor remédio, cura doenças do corpo e da alma. É incrível o poder de transformação que um nariz vermelho traz”, diz André, que atende pelo nome de palhaço Chucrute. Porém, é sempre importante ressaltar que “o riso é um tratamento coadjuvante, não se deve abandonar tratamentos químicos prescritos pelos médicos”, diz o doutor Lee Berk.

Militante do riso cria o Clube da Gargalhada

Em meados de 2000, o advogado Marcelo Pinto percebeu que precisava de uma atividade para diminuir o estresse. Uma amiga sugeriu, então, a “terapia do riso”. Quando começou a pesquisar a respeito do tema, encontrou diversos artigos científicos sobre os benefícios de uma boa gargalhada.

“Montei um site para espalhar esses benefícios. Depois, comecei a fazer trabalho voluntário em um hospital com o palhaço Doutor Sol Riso, mas as crianças só me chamavam de ‘Risadinha’. Foi delas que veio o nome. Depois, vieram palestras, atividades em escolas, livros, trouxemos o Clube da Gargalhada para São Paulo, fundamos o Instituto do Riso, tudo para difundir a prática”, conta.

O Clube da Gargalhada descende do Clube do Riso, fundado na Índia em 1995 pelo médico Madan Kataria e com mais de 6 mil filiais pelo mundo. A ideia é juntar pessoas para gargalhar sem motivo, contando piadas ou não. “Ensinamos até como despertar a gargalhada nas pessoas. Não precisa de motivo pra rir”, afirma o advogado.

Mas o trabalho que tem gerado mais resultados é o projeto “InseRir”, que usa o riso como forma de diminuir o bullying nas escolas. “Uma criança ri, em média, 400 vezes por dia, e um adulto 20 vezes. Se conseguirmos mantê-las contentes vida afora, serão adultos mais risonhos. Além disso, ensinamos a rir com as pessoas, não das pessoas. E, se um amigo te dá permissão para rir dele, você também tem de dar permissão para ele rir de você”, ensina. O trabalho é voluntário e quem quiser participar ou levar o clube do riso para sua cidade pode saber mais pelo site www.doutorrisadinha.com.br.

Os animais também sorriem

Não são só os humanos que têm o privilégio de sorrir. Estudos comprovam que os animais também têm o hábito de mostrar os dentes e emitir ruídos curtos como forma de sinalizar que estão brincando. “Os antropoides, como chimpanzés, gorilas e orangotangos, retraem os cantos da boca, mostram os dentes e emitem sons altos e repetitivos, parecidos com guinchos. Pesquisas também revelaram que ratos, ao brincar de morder, também emitem um som que é interpretado pelos outros como risos, assim como os humanos. Eles comunicam ao parceiro que a luta não é séria”, exemplifica a psicobióloga Silvia Helena Cardoso, pesquisadora da Universidade de Campinas (Unicamp). Cachorros, quando estão felizes, colocam as orelhas para trás – o que, em alguns casos, pode dar a impressão de sorriso. Já as hienas, os animais famosos por “gargalhar”, não têm nada de felizes: quando elas emitem esse som é para intimidar o inimigo e mostrar quem manda no pedaço.
http://www.folhauniversal.com.br/especial/noticias/leve-a-serio-ria-8913.html

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Doutor Risadinha comprova mais uma vez que RIR É O MELHOR REMÉDIO


Turminha do Riso, acompanhem abaixo esta completa matéria escrita por Mark Underwood sob o título "Rir é o melhor remédio", para o site acheiusa.com no qual ele dá a receita para viver com menos amargura. 

Você sabia que uma boa dose de riso pode na verdade ajudar seu sistema de imunização e reduzir o stress? Você já teve vontade de se soltar e rir mais do que as regras sociais indicam como boa educação? Parece fácil, mas nem sempre isto é possível, particularmente se você está enfrentando os altos e baixos da vida. Mas, se você ficar mais leve e for mais brincalhão, se libertará e se divertirá mais. A boa notícia é que o riso ajuda a trazer benefícios para sua saúde.

Aqui está outra razão para rir. É contagioso. Você já ficou curioso para saber porque algumas pessoas atraem outras? Seja mais observador. Pode ser a facilidade que elas têm para rir e frequentemente elas estão enfrentando inúmeros desafios ligados à sua saúde e ao seu envelhecimento.

Mais de 50 anos de pesquisa dão suporte ao fato de que ligações sociais positivas ajudam a manter a saúde e rir faz parte desta equação. Se você admira pessoas que envelhecem com graça, você pode ter notado que elas sorriem com facilidade e parecem irradiar uma alegria pela vida, mesmo quando encaram momentos difíceis.

Não há dúvida de que rir faz bem, mas as pesquisas mostram que isto ajuda também a melhorar a imunidade, a relaxar os músculos, a aliviar a dor, a baixar a ansiedade e a diminuir o stress. Pense na risada como um "jogging interno". O riso causa mudanças positivas na química do cérebro ao soltar endorfinas, e leva mais oxigênio para dentro do corpo com as inalações profundas causadas pelas risadas. Manter o riso em mente é mais do que apenas um revigorante temporário de humor. É uma ferramenta poderosa que nos ajuda a descobrir novas fontes de significado e esperança. Dá muita força nos tempos difíceis, e nos aproxima dos outros.

Ria como uma criança

Melhore seu panorama mental ao agir como uma criança novamente. Permita-se rir, ficar de bom humor, jogar e brincar. O bom humor diário pode ajudar você a ficar mais relaxado, criativo e alegre. Estudos mostram que, em média, crianças na idade pré-escolar nos EUA riem cerca de 400 vezes por dia. Quando adultos, rimos com bem menos frequência. De acordo com os estudos da Ohio State University, a média de adultos de riso é de apenas 15 vezes por dia. Se você pode dar uma risadinha numa situação, mesmo por alguns minutos, isto baixará o stress e ajudará você a se concentrar nas coisas positivas.

À medida que você envelhece, pode sentir que há muitas coisas que não podem fazer tão bem como estava acostumado a fazer. Talvez não possa correr como fazia antes, mas não importa sua idade, você pode encarar a vida pelo lado bem humorado. Rir é uma ferramenta poderosa. E é livre para ser usada em qualquer lugar, a qualquer hora.

A maioria de nós não se lembra de quando sorriu pela primeira vez, mas você provavelmente estava sorrindo quando tinha apenas poucas semanas de idade. Se você não ri alto com muita frequência, não se desespere, pode aprender a rir em qualquer etapa da vida.

Procure por alguma coisa para rir todos os dias porque você automaticamente se levará menos seriamente. Ria todos os dias porque isto ajuda a mudar as perspectivas, a recarregar suas baterias, e a permanecer focado. Rir ajuda você a se sentir menos ansioso e triste. E, mais ainda, dar umas boas risadas pelo menos uma vez por dia pode ajudar você a melhorar os relacionamentos e a fortalacer os laços com seus amigos e membros da família. O riso produz uma troca veloz de reforço positivo para seu cérebro e para as pessoas à sua volta.
Mantenha um kit de riso pronto. Há algumas maneiras com as quais você pode tratar-se com doses diárias de bom humor.

Relacione-se com "crianças" positivas de todas as idades amigos e membros da família, dos mais jovens aos mais velhos, filhos, netos e bisnetos.

Cerque-se de pessoas que lembram o lado leve da vida.

Coloque um desenho divertido visível em algum lugar de sua casa, onde você começa o seu dia.

Assista a um filme ou programa de TV engraçado.

Brinque com um animal de estimação.

Leia piadas.

As emoções positivas podem reduzir os riscos de saúde. Então, vá fundo, crie o máximo de microsegundos possíveis de química relacionada à felicidade. Ria e você melhorará sua saúde física, mental e social.