Olá Turminha do Riso, tudo bem? Compartilho com vocês hoje, uma fantástica matéria preparada pela Danielle Nordi do iG São Paulo, que foi postada em 02/09/2011 no site ao final, sob o título "Quais as vantagens de saber rir de si mesmo?" Confiram abaixo:
Nem todos sabem encarar situações que podem ser humilhantes ou embaraçosas com bom humor. Mas quem consegue diz que vale a pena
Depois de Byafra aparecer cantando e espantar um ladrão de carro em uma propaganda de seguros, agora é a vez de Ricardo Macchi contracenar com Dustin Hoffman, ator americano que acumula diversos prêmios por suas atuações, e fazer graça com o slogan “Para ser um atorzão não precisa ser grande. Nem para ser um carrão”, em um comercial de uma montadora. Para quem não lembra, Ricardo ficou conhecido – e foi muito criticado – depois de sua interpretação do cigano Igor, na novela da TV Globo “Explode Coração”. Além deles, o lutador brasileiro de MMA Anderson Silva também fez graça de sua voz fina em outra propaganda. Mas afinal, é bom saber rir de si mesmo?
De acordo com a psicóloga mestra em psicologia social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro Monica Portella, saber rir de si mesmo traz leveza e torna os problemas mais suportáveis. “Geralmente, quando a pessoa consegue encarar com bom humor alguma característica ou condição que antes era encarada como um problema, mostra que ela aceitou e está de bem com o que já foi capaz de causar sofrimento em algum momento de sua vida.”
“Uma vida sem muita autocobrança é bom, claro. Ficar se cobrando o tempo todo acaba sufocando”, afirma o psicanalista membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo Oswaldo Ferreira Leite Netto. Ele, no entanto, ressalta que a brincadeira não pode se tornar humilhação. “É preciso ser autoconfiante para saber rir de si mesmo e fazê-lo sem se humilhar. Essa percepção é muito importante”, diz.
Há quem veja a habilidade de rir de si mesmo com desconfiança. O psiquiatra e membro da Federação Brasileira de Psicanálise Paulo Quinet nem sempre vê autenticidade em quem faz piada com os próprios defeitos. “Acho que é necessário ter muito autoconhecimento para ser capaz disso. O Byafra, por exemplo, não sei se ele está realmente rindo dele mesmo. Eu vejo mais como uma estratégia de marketing.”
“Sua casa é adaptada?”
Achar graça em situações que para muitos pareceriam embaraçosas é o que procura fazer a designer Priscilla Louzada, 29. Com 1,48m de altura ela diz nunca ter se importado com as piadas que a pouca altura sempre atraíram. “Às vezes, achava que a minha altura incomodava mais quem estava fazendo a tal piada do que a mim.”
Priscilla, que se casou com um homem de 1,90m de altura, sabe que os dois chamam atenção. Depois do casamento, um conhecido brincou perguntando se a casa deles era adaptada para a altura da designer. “Eu entrei na onda e respondi rindo sobre nosso espelho do banheiro, que precisa começar lá embaixo no meu rosto até chegar lá em cima no rosto dele. Também teve uma vez que entramos no metrô e uma menina, que parecia ter por volta de oito anos, falou pra mãe dela: ‘olha mãe, um homem altão com uma mulher pequenininha!’. A menina ficou meio sem graça porque eu ri muito com a observação dela.”
O funcionário público Ércio Gimenez Junior passou por uma situação inusitada também no metrô. Ele, que tem 38 anos, estava com uma amiga que reclamava de estar com muito sono. “Um homem comentou comigo: ‘imagina como ela vai estar quando tiver a nossa idade?’. O detalhe é que ele tinha uns 65 ou 70 anos. E ele estava falando sério. Encarei com bom humor”, afirma Junior que não tinha pensado antes sobre o processo de envelhecimento.
“Sou uma pessoa que encara envelhecer de forma bem positiva. Sou vaidoso, quero estar bem apresentado, mas sei que é inevitável a mudança com a chegada de uma idade mais avançada. Eu me considero jovem ainda. Não quero parecer 70 anos, só que levei na esportiva o comentário porque acho que assim a vida fica mais fácil.”
Reinterpretar a realidade
Monica Portella explica que o que determina uma visão mais leve da vida é como cada pessoa interpreta os fatos. “Isso é o grande diferencial. Muitos podem ver catástrofe onde você enxerga graça. A gente tem muito problema em interpretar a realidade de forma que ela nos faça bem.”
Quando se tem uma visão mais positiva dos acontecimentos, é mais fácil se concentrar nos talentos ao invés dos defeitos. “Precisamos conhecer e lapidar nossos traços fortes no lugar de tentar ser quem não podemos ser”, afirma Monica.
A maturidade fez com que a administradora de empresas Antonia Fernandes Garcia da Silva, 46, pudesse aceitar o que não conseguia mudar. Ela, que escuta bem apenas de um ouvido, revela que se mantém otimista diante de situações que parecem constrangedoras. “Muitas vezes as pessoas perguntam uma coisa e respondo outra. Não perco o jogo de cintura. Faço graça com minhas trapalhadas. Se eu me aborrecer, vai ser bom como?”.
É importante, porém, observar que a vida não é estática. Todos possuem a capacidade de se reinventar. “A vida oscila entre identificar capacidades e limites. Esse processo é ininterrupto porque nossas habilidades mudam conforme as fases que passamos. Eu insisto que o ser humano tem uma plasticidade enorme de personalidade. Algumas coisas não conseguimos alterar. Outras são passíveis de mudança, sim”, explica Oswaldo Ferreira Leite Netto.
Forma de defesa
Até que ponto pode-se brincar sem fazer disso um mecanismo de defesa? Quando uma pessoa é capaz de fazer uma autocrítica já está deixando claro sua capacidade de perceber suas limitações. “Essa autocrítica pode ser feita de várias maneiras, inclusive de forma acusatória. Ou pode ser no sentido de admitir e tentar mudar. Aqui entra a autoconfiança e a capacidade de superação, que está relacionada à autoestima estável”, aponta Paulo Quinet.
Autoestima é justamente o que não falta para Priscilla. Ela acredita que a melhor forma de defesa é justamente o estar bem consigo mesmo. “Autoestima é muito importante para quem tem características que despertem críticas ou piadas. Precisamos saber lidar com a situação e perceber que o preconceito está dentro de nós. Aí fica mais fácil porque conseguimos mudar isso no momento em que nos empenharmos em ter uma visão menos rígida diante de nossa vida.”
http://delas.ig.com.br/comportamento/quais+as+vantagens+de+saber+rir+de+si+mesmo/n1597189513359.html
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
DOUTOR RISADINHA APÓIA O FESTICLOWN NA PALESTINA
Olá Turminha do Riso! Hoje trago uma notícia super especial. Trata-se de um grupo de palhaços que iram invadir a Palestina. Isso mesmo! Conheçam esta maravilhosa iniciativa nesta matéria publicada pela EFE ontem 31/agosto, sob o título EXERCITO DE PALHAÇOS INVADE PALESTINA PARA FESTIVAL.
Um "exército" de 40 palhaços ocupará, desta quinta-feira até o próximo dia 15, praças, colégios e centros sociais das cidades de Nablus, Jerusalém Oriental e Ramala tendo como armas narizes vermelhos e uma boa dose de humor.
Eles serão os protagonistas do "Festiclown Palestina", um festival que levará aos palestinos atrações circenses, oficinas e espetáculos. Alguns deles serão apresentados em hospitais e campos de refugiados na Cisjordânia.
"Queremos que durante duas semanas os palestinos possam trocar a tensão por alegria e aproveitar um festival do nível dos que acontecem em outras partes do mundo. Duas semanas nas quais as bombas sejam de nata, e os mortos sejam de riso", afirmou o diretor do evento e também palhaço, Ivan Prado, em entrevista à agência EFE no campo de refugiados de Shuafat, próximo a Jerusalém.
Prado está há um mês e meio na região preparando o Festiclown, que define como uma "aventura" e um "sonho realizado" no lugar do mundo "onde ele é mais necessário". Esta será a primeira vez que o festival deixará a Galícia (noroeste da Espanha), onde foi criado, embora sua realização na Cisjordânia já estivesse programada para o ano passado.
Naquela ocasião, os serviços secretos de Israel impediram Prado de entrar no país por "suspeitas" sobre seus "vínculos com organizações terroristas palestinas". O palhaço espanhol acredita que, desta vez, entrou sem problemas porque seu caso "recebeu bastante atenção da mídia".
Cerca de 20 companhias internacionais, de países como Espanha, Argentina, Chile, Estados Unidos e Portugal vão encher de sorrisos as ruas palestinas. Entre as atrações estão o americano "Patch Adams", conhecido como "O Médico do Riso", e o italiano Leo Bassi.
"Acho que qualquer artista de circo é contra a ocupação e o muro (que está sendo construído nas fronteiras de Israel com os territórios palestinos) porque nossa tradição itinerante vai contra fronteiras e muros e é uma metáfora do multiculturalismo", disse Prado após dirigir uma oficina de expressão corporal no qual pedia a jovens palestinos para subir em cima de uma cadeira e gritar seu sonho.
Prado alegou que o evento não acontecerá também em território israelense pois, segundo ele, complicaria um projeto que já "requer muita energia e logística", por isso disse que seria necessário concentrar esforços "nos que mais necessitam". Ele, no entanto, afirmou não ver com maus olhos uma iniciativa similar dentro de Israel porque "os carrascos são vítimas, e os carcereiros acabam sendo presos".
terça-feira, 30 de agosto de 2011
DOUTOR RISADINHA APRESENTA: ANTONIA BAHER E O CONTÁGIO DO RISO
Olá Pessoal, tudo jóinha? Hoje quero lhes apresentar uma pessoal espetacular: Antonia Baehr. Ela desenvolve um trabalho artístico muito interessante envolvendo o Riso. Confiram nesta reportagem que foi publicada em 27 de agosto de 2011, sob o título "ANTONIO BAEHR E O CONTÁGIO DO RISO"
A participão da performer e coreógrafa Antonia Baehr no 2º TEMPO_FESTIVAL vem em dose quádrupla: instalação, filme, oficina e performance. Não poderia ser diferente para uma artista que desenvolve um trabalho transdisciplinar, apostando na colaboração e na parceria como motores de seus processos artísticos.
Nascida na Alemanha, Baehr foi a Chicago, mais especificamente a School of The Art Institute of Chicago, onde completou o seu mestrado sob orientação da co-fundadora dos grupos de performance Goat Island e Every house has a door, Lin Hixson. Atualmente, a artista alemã mora em sua terra natal, onde divide seu tempo entre as atividades do grupo ex machinis, fundado por ela, e outros projetos artísticos inusitados.
Um deles é a performance Laugh, em que Baehr está no palco e ri sem motivos aparentes. As variações de suas risadas ao longo da performance são explicadas pela artista, para quem o riso não está obrigatoriamente associado a algo engraçado. O riso aparece em diversas circunstâncias, havendo, por exemplo, o riso-raivoso, o riso-zombeteiro, o riso-medroso, entre outros. Baehr começou a observar as diferentes tonalidades do riso em 2008, quando alguns amigos e familiares, ao serem perguntados qual eram suas impressões da artista, responderam-na: “aquela que ri”. Ela então pediu a todos que lhe dessem de aniversário presentes relacionados ao riso: alguns deram suas gargalhadas gravadas, outros deram livros e desenhos. Em seguida, Baehr realizou um workshop com pessoas muito sorridentes, para praticar com quem entende do assunto.
Um desdobramento de sua pesquisa é a oficina que a coreógrafa irá realizar no TEMPO_FESTIVAL. Aberta ao público, Baehr, ao lado de Valérie Castan e Lindy Annis, utiliza o riso como ponto de partida para uma pesquisa coreográfica e musical que procura observar as modalidades de construções psicológicas, anatômicas e mecânicas do riso.
Será que o público acha engraçado. Baehr responde: “o riso é contagioso, então a audiência pode se contaminar, mas o objetivo não fazer as pessoas rirem. Se eles estão em silêncio, tudo bem. É sinal de que eles estão ouvindo.”
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Doutor Risadinha reforça o Poder do Riso
Laughter provides more than physical 'medicine' - By Michael J. Tobin - Aug 20, 2011
“Laughter is the best medicine” doesn't just mean feeling better, according to regional experts on the subject.
The ability to laugh, play and have fun with others not only makes life more enjoyable – it also helps you solve problems, connect with others, and be more creative, according to mental health specialists. People who incorporate humor and play into their daily lives find that it renews them and all of their relationships, they say.
"Humor is infectious," New Hampshire therapist Patricia Pinkham said. "The sound of roaring laughter is far more contagious than any cough, sniffle or sneeze. When laughter is shared, it binds people together and increases happiness and intimacy."
Pinkham added, "In addition to the domino effect of joy and amusement, laughter also triggers healthy physical changes in the body. Humor and laughter strengthen your immune system, boost your energy, diminish pain, and protect you from the damaging effects of stress. Best of all, this priceless medicine is fun, free and easy to use."
"Laughter is a powerful antidote to stress, pain, and conflict. Nothing works faster or more dependably to bring your mind and body back into balance than a good laugh," said Dr. Joseph Mason, "Life brings challenges that can either get the best of you or become playthings for your body. When you 'become the problem' and take yourself too seriously, it can be hard to think outside the box and find new solutions — a huge stress on the body. But when you play with the problem, you can often transform it into an opportunity for creative learning and physical rebirth."
Therapist Pinkham added, "Playing with problems seems to come naturally to children. When they are confused or afraid, they make their problems into a game, giving them a sense of control and an opportunity to experiment with new solutions. Interacting with others in playful ways helps you retain this creative ability."
Dr. Mason stated that there are many therapeutic benefits of laughter:
• Muscle relaxation. Belly laughs result in muscle relaxation. When you laugh, the muscles involved in the belly laugh motion first contract, then relax, increasing circulation through the musculature.
• Increase in pain threshold. During laughter and for a short period of time afterward, pain is minimized. Part of this effect may be because of “distraction,” a technique used to control pain. Laughter also triggers the release of endorphins, which may be considered to be one of the body’s natural painkillers.
• Cardiac exercise. A belly laugh is comparable to “jogging internally.” It increases the activity of the heart and stimulates circulation. Additionally, after the laughter subsides, the cardiovascular system goes into a state of relaxation.
• Respiratory system exercise. Repeated belly laughter makes you exhale more than inhale, resulting in a lung-cleansing effect.
When we laugh, the brain pressures us to simultaneously make gestures and sounds. Fifteen facial muscles contract, the larynx becomes half-closed so that we breathe irregularly, which can makes us gasp for air, and sometimes, the tear ducts become activated, experts say. Nerves sent to the brain trigger electrical impulses to set off chemical reactions. These reactions release natural tranquilizers, pain relievers and endorphins.
"But, laughter can help us on other levels other than our physical well-being," added Pinkham, "Laughter is a universal language, after all. It is communicated on every surface of the planet by every person. Laughter is a very socially unifying trait. It brings people together and makes them feel part of something larger than themselves. Even if one doesn’t share the same views as others, often a hearty laugh can ease tension, break down barriers and restore balance to an otherwise tension filled situation. Laughter fights loneliness as its aim is to bring people together not make them feel isolated and alone."
http://portlanddailysun.me/node/27770/18808
“Laughter is the best medicine” doesn't just mean feeling better, according to regional experts on the subject.
The ability to laugh, play and have fun with others not only makes life more enjoyable – it also helps you solve problems, connect with others, and be more creative, according to mental health specialists. People who incorporate humor and play into their daily lives find that it renews them and all of their relationships, they say.
"Humor is infectious," New Hampshire therapist Patricia Pinkham said. "The sound of roaring laughter is far more contagious than any cough, sniffle or sneeze. When laughter is shared, it binds people together and increases happiness and intimacy."
Pinkham added, "In addition to the domino effect of joy and amusement, laughter also triggers healthy physical changes in the body. Humor and laughter strengthen your immune system, boost your energy, diminish pain, and protect you from the damaging effects of stress. Best of all, this priceless medicine is fun, free and easy to use."
"Laughter is a powerful antidote to stress, pain, and conflict. Nothing works faster or more dependably to bring your mind and body back into balance than a good laugh," said Dr. Joseph Mason, "Life brings challenges that can either get the best of you or become playthings for your body. When you 'become the problem' and take yourself too seriously, it can be hard to think outside the box and find new solutions — a huge stress on the body. But when you play with the problem, you can often transform it into an opportunity for creative learning and physical rebirth."
Therapist Pinkham added, "Playing with problems seems to come naturally to children. When they are confused or afraid, they make their problems into a game, giving them a sense of control and an opportunity to experiment with new solutions. Interacting with others in playful ways helps you retain this creative ability."
Dr. Mason stated that there are many therapeutic benefits of laughter:
• Muscle relaxation. Belly laughs result in muscle relaxation. When you laugh, the muscles involved in the belly laugh motion first contract, then relax, increasing circulation through the musculature.
• Increase in pain threshold. During laughter and for a short period of time afterward, pain is minimized. Part of this effect may be because of “distraction,” a technique used to control pain. Laughter also triggers the release of endorphins, which may be considered to be one of the body’s natural painkillers.
• Cardiac exercise. A belly laugh is comparable to “jogging internally.” It increases the activity of the heart and stimulates circulation. Additionally, after the laughter subsides, the cardiovascular system goes into a state of relaxation.
• Respiratory system exercise. Repeated belly laughter makes you exhale more than inhale, resulting in a lung-cleansing effect.
When we laugh, the brain pressures us to simultaneously make gestures and sounds. Fifteen facial muscles contract, the larynx becomes half-closed so that we breathe irregularly, which can makes us gasp for air, and sometimes, the tear ducts become activated, experts say. Nerves sent to the brain trigger electrical impulses to set off chemical reactions. These reactions release natural tranquilizers, pain relievers and endorphins.
"But, laughter can help us on other levels other than our physical well-being," added Pinkham, "Laughter is a universal language, after all. It is communicated on every surface of the planet by every person. Laughter is a very socially unifying trait. It brings people together and makes them feel part of something larger than themselves. Even if one doesn’t share the same views as others, often a hearty laugh can ease tension, break down barriers and restore balance to an otherwise tension filled situation. Laughter fights loneliness as its aim is to bring people together not make them feel isolated and alone."
http://portlanddailysun.me/node/27770/18808
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Doutor Risadinha mais uma vez recomenda: Ria de si mesmo e melhore seu senso de humor
Moçada Risonha, confiram que maravilha de pesquisa foi recentemente publicada. A matéria foi postada por
Stephanie D’Ornelas em 28.07.2011, com o título "Ria de si mesmo e melhore seu senso de humor":
Você dormiu demais e tem cinco minutos para ficar pronto para o trabalho. Quando você chega lá, seus amigos (sempre alertas) começam a rir ao perceberem que você está usando dois sapatos diferentes.
O que você faria?
A) riria também
B) ficaria vermelho e voltaria correndo para casa para que ninguém mais percebesse a troca
Se você escolheu a primeira alternativa, suas probabilidades de levar uma vida mais alegre e ter bom senso de humor são maiores. Esses são alguns dos benefícios trazidos quando rimos de nós mesmos.
Apesar da questão do humor ser difícil de responder cientificamente, uma psicóloga e sua equipe fizeram um estudo colocando o humor à prova.
A equipe analisou 67 estudantes de psicologia, que deveriam escolher mais um ou dois amigos para participarem do estudo. Os 67 participantes classificavam a capacidade de rir deles mesmos, e os amigos davam sua própria avaliação. Sem que nenhum dos participantes tivesse conhecimento, uma câmera escondida tirou fotos deles respondendo o questionário que dizia quão alegres ou mal-humorados eles eram.
Depois disso, as fotos foram distorcidas e mostradas entre os estudantes e estranhos, o que foi uma surpresa para todos. Os participantes tiveram que dizer se achavam as fotos engraçadas, enquanto câmeras de vídeo capturavam suas reações, utilizando um sistema de codificação de ações faciais.
As pessoas que eram capazes de rir mais delas mesmas achavam as próprias imagem distorcidas engraçadas, embora não estivessem mais propensas a rir de rostos desconhecidos distorcidos. A tendência é que essas pessoas sejam mais alegres, como os próprios amigos afirmaram no questionário.
A capacidade de rir de nós mesmos, fundamental para o bom senso de humor, é o que move os espetáculos de humor feitos por uma só pessoa. Segundo o comediante Kevin Camia, ele só consegue conquistar a plateia fazendo piadas com ele mesmo. “Fazendo humor autodepreciativo o público se sente mais confortável. É algo com que ele pode se relacionar”, afirmou. E você, é capaz de rir de si mesmo? Deixe seu comentário dizendo a última vez que você fez isso.
http://hypescience.com/ria-de-si-mesmo-e-melhore-seu-senso-de-humor/
Acompanhem esta e outras interessantes matérias sobre o Riso, acessando o Blog ESPAÇO DO RISO no http://doutorrisadinha.blogspot.com/
ATENÇÃO! – O Espaço do Riso não têm como objetivo diagnosticar ou tratar qualquer tipo de doença ou problemas físicos. Os artigos do blog são tirados da própria internet, jornais e revistas. "Eles não substituem o aconselhamento e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas"
Stephanie D’Ornelas em 28.07.2011, com o título "Ria de si mesmo e melhore seu senso de humor":
Você dormiu demais e tem cinco minutos para ficar pronto para o trabalho. Quando você chega lá, seus amigos (sempre alertas) começam a rir ao perceberem que você está usando dois sapatos diferentes.
O que você faria?
A) riria também
B) ficaria vermelho e voltaria correndo para casa para que ninguém mais percebesse a troca
Se você escolheu a primeira alternativa, suas probabilidades de levar uma vida mais alegre e ter bom senso de humor são maiores. Esses são alguns dos benefícios trazidos quando rimos de nós mesmos.
Apesar da questão do humor ser difícil de responder cientificamente, uma psicóloga e sua equipe fizeram um estudo colocando o humor à prova.
A equipe analisou 67 estudantes de psicologia, que deveriam escolher mais um ou dois amigos para participarem do estudo. Os 67 participantes classificavam a capacidade de rir deles mesmos, e os amigos davam sua própria avaliação. Sem que nenhum dos participantes tivesse conhecimento, uma câmera escondida tirou fotos deles respondendo o questionário que dizia quão alegres ou mal-humorados eles eram.
Depois disso, as fotos foram distorcidas e mostradas entre os estudantes e estranhos, o que foi uma surpresa para todos. Os participantes tiveram que dizer se achavam as fotos engraçadas, enquanto câmeras de vídeo capturavam suas reações, utilizando um sistema de codificação de ações faciais.
As pessoas que eram capazes de rir mais delas mesmas achavam as próprias imagem distorcidas engraçadas, embora não estivessem mais propensas a rir de rostos desconhecidos distorcidos. A tendência é que essas pessoas sejam mais alegres, como os próprios amigos afirmaram no questionário.
A capacidade de rir de nós mesmos, fundamental para o bom senso de humor, é o que move os espetáculos de humor feitos por uma só pessoa. Segundo o comediante Kevin Camia, ele só consegue conquistar a plateia fazendo piadas com ele mesmo. “Fazendo humor autodepreciativo o público se sente mais confortável. É algo com que ele pode se relacionar”, afirmou. E você, é capaz de rir de si mesmo? Deixe seu comentário dizendo a última vez que você fez isso.
http://hypescience.com/ria-de-si-mesmo-e-melhore-seu-senso-de-humor/
Acompanhem esta e outras interessantes matérias sobre o Riso, acessando o Blog ESPAÇO DO RISO no http://doutorrisadinha.blogspot.com/
ATENÇÃO! – O Espaço do Riso não têm como objetivo diagnosticar ou tratar qualquer tipo de doença ou problemas físicos. Os artigos do blog são tirados da própria internet, jornais e revistas. "Eles não substituem o aconselhamento e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas"
Doutor Risadinha homenageia seu xará: O Palhaço Risadinha! e lhes apresenta a Palhaça Risadinha! Legal né?
Bom Dia, Turminha do Riso. Eu gostaria de compartilhar com vocês está mais nova descoberta: O Palhaço Risadinha. É isso mesmo, meu xará! Só que do ramo circense! Nem o conheci pessoalmente, e já sou fã dele. Confiram na matéria que foi postada em ontem (21/8/2011) pela Redação do Site de Linhares/SP, sobre a homenagem que ele merecidamente recebeu:
Homenagem da semana com o Palhaço Risadinha: com garra e perseverança ele realizou o sonho de ser palhaço
Desde os sete anos Risadinha já sonhava em ser ator
Em 26 de dezembro de 1960, nascia na pequena cidade de Tambaú, interior de São Paulo, Joaquim Gonçalves de Oliveira, o nosso querido Palhaço “Risadinha”.
Filho dos trabalhadores rurais, José Gonçalves de Oliveira e Irondina Geralda da Silva, aos sete anos já ajudava o pai na lavoura e na ordenha de vacas, mas não era isso que ele queria para sua vida. Joaquim, desde essa época, aos sete anos, sonhava em ser mocinho de filmes de bangue-bangue.
Na escola, tinha o apelido de “baixinho”, por ser o menor da turma. Mas Joaquim não se importava e era o mais palhaço, no sentido de transmitir alegria, e assim, mostrava que não era de seu tamanho que eles deveriam rir, mas das brincadeiras que fazia. E enquanto divertia a turma, pensava: “Eu vou conseguir ser “mocinho” de cinema um dia”.
Em 1974, já com 14 anos e independente financeiramente, Joaquim não falava mais em ser “mocinho” dos filmes de bangue-bangue, ele queria agora era ser artista de cinema. Joaquim começou então, sua longa caminhada rumo a cidade maiores, que ofereciam mais condições para atingir seu objetivo.
Deixando Tambaú, ele foi até Santa Cruz de Estrela e ficou por lá até completar 18 anos. Seu desejo era chegar até Porto Ferreira, cidade que imaginava ser a que lhe daria todas as condições para realizar seu sonho.
Em janeiro de 1979, quando já tinha completado sua maioridade, chegou à tão esperada Porto Ferreira. Mas, ele teve uma decepção: não havia nenhum teatro ou cinema na cidade.
O agora Risadinha, apelido que recebeu dos amigos de Porto Madeira pelas suas constantes gargalhadas, não desistiu e conseguiu emprego de servente de pedreiro e se matriculou na Escola Técnica do Instituto Dr. Djalma Forjaz.
Na escola Djalma Forjaz, Risadinha conheceu a professora de Português, Maria Inês. Destino ou não, ela era responsável pelo recém formado grupo de teatro da escola, o Gete (Grupo Experimental de Teatro Evolução), e estava montando o elenco da peça “O Auto da Compadecida”, de Dias Gomes, que seria encenada no pequeno auditório da escola. Risadinha se inscreveu para participar e queria ser o palhaço da peça, mas pelo grande bigode que tinha, a professora decidiu que ele seria o cangaceiro Severino de Aracaju.
Outra montagem do Gete foi “O Palácio dos Urubus”, preparada especialmente para representar a escola no II Festival de teatro Estudantil de Tabuí, 1981. Joaquim conseguiu, então, um papel mais próximo do que desejava, e foi escolhido para viver Pemenna, o Imediato do Rei, uma espécie de “bobo da corte”. Foi uma consagração. Neste papel, Risadinha ganhou a crítica de ladrão de cena e recebeu das mãos da atriz Elizabeth Hartmann o prêmio de melhor ator coadjuvante do festival.
Em 1983, o Gete, montou a peça, “O Circo Ra-Ta-Plan”, e Risadinha realizou o sonho que tanto queria, representar o papel de palhaço no teatro. E em 1984, o Gete fez sua última peça, “Pluft, o fantasminha”.
Tendo seu grupo de teatro se desfeito, Joaquim passou a se apresentar sozinho, como o Palhaço Risadinha, e por onde passava fazia “rolar no chão”, de tanto rir.
Chegando aqui em Linhares aos 23 anos, ele tornou-se motivo de orgulho para a cidade. Risadinha realiza trabalho Anti-Drogas em comunidades carentes do município e não é só isso, ele desenvolve também o Projeto Bullying nas escolas, ensinando através do teatro o que sente uma criança que sofre com o bullying. Por seus projetos sociais e por todas as benfeitorias ao município, Risadinha recebeu há três anos, o título de Cidadão Linharense.
E o talento para arrancar risos e gargalhadas da platéia é tamanho, que Risadinha se prepara para abrir o show dos Palhaços Patati Patatá, que acontecerá no próximo dia 12 de outubro aqui em Linhares.
http://www.sitedelinhares.com.br/noticia-4331-Homenagem+da+semana+com+o+Palhaco+Risadinha+com+garra+e+perseveranca+ele+realizou+o+sonho+de+ser+palhaco
Também encontrei a Palhaça Risadinha. Conheçam-na acessando http://risadinhashow.com.br/risadinha/
Homenagem da semana com o Palhaço Risadinha: com garra e perseverança ele realizou o sonho de ser palhaço
Desde os sete anos Risadinha já sonhava em ser ator
Em 26 de dezembro de 1960, nascia na pequena cidade de Tambaú, interior de São Paulo, Joaquim Gonçalves de Oliveira, o nosso querido Palhaço “Risadinha”.
Filho dos trabalhadores rurais, José Gonçalves de Oliveira e Irondina Geralda da Silva, aos sete anos já ajudava o pai na lavoura e na ordenha de vacas, mas não era isso que ele queria para sua vida. Joaquim, desde essa época, aos sete anos, sonhava em ser mocinho de filmes de bangue-bangue.
Na escola, tinha o apelido de “baixinho”, por ser o menor da turma. Mas Joaquim não se importava e era o mais palhaço, no sentido de transmitir alegria, e assim, mostrava que não era de seu tamanho que eles deveriam rir, mas das brincadeiras que fazia. E enquanto divertia a turma, pensava: “Eu vou conseguir ser “mocinho” de cinema um dia”.
Em 1974, já com 14 anos e independente financeiramente, Joaquim não falava mais em ser “mocinho” dos filmes de bangue-bangue, ele queria agora era ser artista de cinema. Joaquim começou então, sua longa caminhada rumo a cidade maiores, que ofereciam mais condições para atingir seu objetivo.
Deixando Tambaú, ele foi até Santa Cruz de Estrela e ficou por lá até completar 18 anos. Seu desejo era chegar até Porto Ferreira, cidade que imaginava ser a que lhe daria todas as condições para realizar seu sonho.
Em janeiro de 1979, quando já tinha completado sua maioridade, chegou à tão esperada Porto Ferreira. Mas, ele teve uma decepção: não havia nenhum teatro ou cinema na cidade.
O agora Risadinha, apelido que recebeu dos amigos de Porto Madeira pelas suas constantes gargalhadas, não desistiu e conseguiu emprego de servente de pedreiro e se matriculou na Escola Técnica do Instituto Dr. Djalma Forjaz.
Na escola Djalma Forjaz, Risadinha conheceu a professora de Português, Maria Inês. Destino ou não, ela era responsável pelo recém formado grupo de teatro da escola, o Gete (Grupo Experimental de Teatro Evolução), e estava montando o elenco da peça “O Auto da Compadecida”, de Dias Gomes, que seria encenada no pequeno auditório da escola. Risadinha se inscreveu para participar e queria ser o palhaço da peça, mas pelo grande bigode que tinha, a professora decidiu que ele seria o cangaceiro Severino de Aracaju.
Outra montagem do Gete foi “O Palácio dos Urubus”, preparada especialmente para representar a escola no II Festival de teatro Estudantil de Tabuí, 1981. Joaquim conseguiu, então, um papel mais próximo do que desejava, e foi escolhido para viver Pemenna, o Imediato do Rei, uma espécie de “bobo da corte”. Foi uma consagração. Neste papel, Risadinha ganhou a crítica de ladrão de cena e recebeu das mãos da atriz Elizabeth Hartmann o prêmio de melhor ator coadjuvante do festival.
Em 1983, o Gete, montou a peça, “O Circo Ra-Ta-Plan”, e Risadinha realizou o sonho que tanto queria, representar o papel de palhaço no teatro. E em 1984, o Gete fez sua última peça, “Pluft, o fantasminha”.
Tendo seu grupo de teatro se desfeito, Joaquim passou a se apresentar sozinho, como o Palhaço Risadinha, e por onde passava fazia “rolar no chão”, de tanto rir.
Chegando aqui em Linhares aos 23 anos, ele tornou-se motivo de orgulho para a cidade. Risadinha realiza trabalho Anti-Drogas em comunidades carentes do município e não é só isso, ele desenvolve também o Projeto Bullying nas escolas, ensinando através do teatro o que sente uma criança que sofre com o bullying. Por seus projetos sociais e por todas as benfeitorias ao município, Risadinha recebeu há três anos, o título de Cidadão Linharense.
E o talento para arrancar risos e gargalhadas da platéia é tamanho, que Risadinha se prepara para abrir o show dos Palhaços Patati Patatá, que acontecerá no próximo dia 12 de outubro aqui em Linhares.
http://www.sitedelinhares.com.br/noticia-4331-Homenagem+da+semana+com+o+Palhaco+Risadinha+com+garra+e+perseveranca+ele+realizou+o+sonho+de+ser+palhaco
Também encontrei a Palhaça Risadinha. Conheçam-na acessando http://risadinhashow.com.br/risadinha/
DOUTOR RISADINHA REFORÇA: BOM HUMOR NO TRABALHO TEM QUE TRAZER RESULTADO!
Olá Pessoal, tudo bem? Vejam que artigo interessante foi postado no site dos Administradores.com.br em 17 de agosto de 2011. Até parece que contradiz tudo que temos defendido aqui no Espaço do Riso, mas não: Bom Humor por si só não resolve! Ele precisa estar atrelado à resultados. Aí não tem prá ninguém. Funcionário bem humorado e que traz resultados para a empresa é tudo de bom, não é mesmo! Confiram o artigo na íntegra:
Profissionais menos agradáveis ganham mais do que os mais simpáticos
Levantamento realizado entre profissionais norte-americanos mostra que perfil menos colaborativo é valorizado
Um estudo realizado com profissionais norte-americanos mostrou que aqueles considerados não tão ‘agradáveis’ recebem mais do que os ‘agradáveis’, ou seja, que possuem um perfil mais solicito, colaborativo e simpático dentro das organizações.
O levantamento, que tentou compreender se os indivíduos com perfil mais colaborativo são mais ou menos valorizados em termos salariais foi elaborado pelos professores Timothy A. Judge, da Universidade de Notre Dame do estado de Chicago, Beth Livingston, da Universidade de Cornell do estado de Nova York, e Charlice Hurst, da Universidade of Western Ontario, no Canadá. O resultado indicou que tanto entre as mulheres quanto entre os homens, mesmo que as pessoas preferiram trabalhar com profissionais simpáticos, eles acabam ganhando menos do que os ‘implacáveis’.
Apesar da pesquisa ter observado apenas profissionais norte-americanos, quando olhamos para a realidade brasileira, a situação não é tão diferente. O que acontece, conforme avalia o coordenador de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Samuel Artus, pessoas que valorizam, acima de tudo, a remuneração, tendem a ter um perfil mais rígido e focado em resultados, portanto, acabam ganhando mais.
Desviando o foco
A grande questão levantada pelo estudo é que, apesar dos empregadores valorizarem pessoas simpáticas e colaborativas, eles ainda preferem, antes de tudo, aqueles que entregam resultados. É possível inferir, portanto, que ser simpático ou agradável não vai ajudar a destacar o profissional se ele não mostrar resultados.
Os profissionais que estão sempre dispostos a ajudar, apesar de serem valorizados entre os colegas de trabalho, acabam muitas vezes desviando o foco do seu próprio trabalho e acumulando para si tarefas que fogem de suas responsabilidades. O resultado disso será ótima reputação entre os colegas, mas avaliação negativa perante os superiores.
Harmonia entre valores
Artus ainda pondera que, apesar dos dados do estudo, para o profissional se destacar e ter sucesso na carreira é preciso que haja uma harmonia entre os seus valores e os da empresa em que atua. Na prática, se uma empresa tem uma cultura altamente competitiva e estimula constantemente a competitividade entre os seus gestores, sem dúvida os profissionais marcados por um perfil focado em resultados e, portanto, pouco colaborativos, serão mais valorizados.
Se, por outro lado, a cultura da empresa mostrar que o valor prioritário é a colaboração, os profissionais mais rígidos não serão tão bem avaliados, podendo até ser preteridos na hora de uma possível promoção. “Há pessoas que são apaixonadas por competitividade, e outras que simplesmente não conseguem trabalhar em um ambiente assim, logo, para ter sucesso, é preciso que os valores entre a empresa e o profissional combinem”.
http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/profissionais-menos-agradaveis-ganham-mais-do-que-os-mais-simpaticos/47229/
Profissionais menos agradáveis ganham mais do que os mais simpáticos
Levantamento realizado entre profissionais norte-americanos mostra que perfil menos colaborativo é valorizado
Um estudo realizado com profissionais norte-americanos mostrou que aqueles considerados não tão ‘agradáveis’ recebem mais do que os ‘agradáveis’, ou seja, que possuem um perfil mais solicito, colaborativo e simpático dentro das organizações.
O levantamento, que tentou compreender se os indivíduos com perfil mais colaborativo são mais ou menos valorizados em termos salariais foi elaborado pelos professores Timothy A. Judge, da Universidade de Notre Dame do estado de Chicago, Beth Livingston, da Universidade de Cornell do estado de Nova York, e Charlice Hurst, da Universidade of Western Ontario, no Canadá. O resultado indicou que tanto entre as mulheres quanto entre os homens, mesmo que as pessoas preferiram trabalhar com profissionais simpáticos, eles acabam ganhando menos do que os ‘implacáveis’.
Apesar da pesquisa ter observado apenas profissionais norte-americanos, quando olhamos para a realidade brasileira, a situação não é tão diferente. O que acontece, conforme avalia o coordenador de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Samuel Artus, pessoas que valorizam, acima de tudo, a remuneração, tendem a ter um perfil mais rígido e focado em resultados, portanto, acabam ganhando mais.
Desviando o foco
A grande questão levantada pelo estudo é que, apesar dos empregadores valorizarem pessoas simpáticas e colaborativas, eles ainda preferem, antes de tudo, aqueles que entregam resultados. É possível inferir, portanto, que ser simpático ou agradável não vai ajudar a destacar o profissional se ele não mostrar resultados.
Os profissionais que estão sempre dispostos a ajudar, apesar de serem valorizados entre os colegas de trabalho, acabam muitas vezes desviando o foco do seu próprio trabalho e acumulando para si tarefas que fogem de suas responsabilidades. O resultado disso será ótima reputação entre os colegas, mas avaliação negativa perante os superiores.
Harmonia entre valores
Artus ainda pondera que, apesar dos dados do estudo, para o profissional se destacar e ter sucesso na carreira é preciso que haja uma harmonia entre os seus valores e os da empresa em que atua. Na prática, se uma empresa tem uma cultura altamente competitiva e estimula constantemente a competitividade entre os seus gestores, sem dúvida os profissionais marcados por um perfil focado em resultados e, portanto, pouco colaborativos, serão mais valorizados.
Se, por outro lado, a cultura da empresa mostrar que o valor prioritário é a colaboração, os profissionais mais rígidos não serão tão bem avaliados, podendo até ser preteridos na hora de uma possível promoção. “Há pessoas que são apaixonadas por competitividade, e outras que simplesmente não conseguem trabalhar em um ambiente assim, logo, para ter sucesso, é preciso que os valores entre a empresa e o profissional combinem”.
http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/profissionais-menos-agradaveis-ganham-mais-do-que-os-mais-simpaticos/47229/
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